Guilherme Amado

TRE assegura direito de Rosângela Moro disputar eleição em São Paulo

Por unanimidade, os magistrados do TRE de São Paulo deferiram o registro da candidatura de Rosângela Moro a deputada federal em São Paulo

atualizado

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Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Rosângela Moro
1 de 1 Rosângela Moro - Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

A advogada Rosângela Moro garantiu nesta quinta-feira (15/9) o direito de disputar o cargo de deputada federal por São Paulo. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado rejeitou, por unanimidade, a ação do deputado Alexandre Padilha, do PT, que pedia a impugnação do registro da candidatura.

O relator Afonso Celso da Silva votou pelo deferimento do registro da candidatura e foi acompanhado por Maurício Fiorito, Marcelo Vieira de Campos, Marcelo Kayatt, Sérgio do Nascimento e Encinas Manfré.

Rosângela é casada com o ex-juiz Sergio Moro, que teve a mudança de domicílio eleitoral para São Paulo negada pelo TRE. Na sustentação, os magistrados pontuaram que a advogada tinha atuação profissional reconhecida no estado e que o caso era diferente da situação do ex-juiz.

Com o veto à candidatura em São Paulo, Moro resolveu concorrer a uma vaga no Senado pelo Paraná. Assim como Rosângela, o ex-juiz está filiado ao União Brasil.

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Presidente Jair Bolsonaro e o então ministro Sergio Moro
Outrora aliados, Bolsonaro e Moro trocam críticas públicas frequentemente
No fim de agosto de 2019, Bolsonaro ameaçou tirar Maurício Valeixo, chefe da Polícia Federal indicado por Moro, do cargo de direção da corporação
“Ele é subordinado a mim, não ao ministro, deixar bem claro isso aí”, afirmou, na época, o presidente
Após 22 anos de magistratura, o ex-juiz Sergio Moro, conhecido por conduzir a Lava Jato, firmou aliança com Bolsonaro e assumiu a condução do Ministério da Justiça, em 2019
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Após 22 anos de magistratura, o ex-juiz Sergio Moro, conhecido por conduzir a Lava Jato, firmou aliança com Bolsonaro e assumiu a condução do Ministério da Justiça, em 2019

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A união dos dois se deu pela forte oposição ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
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Outrora aliados, Bolsonaro e Moro trocam críticas públicas frequentemente
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No fim de agosto de 2019, Bolsonaro ameaçou tirar Maurício Valeixo, chefe da Polícia Federal indicado por Moro, do cargo de direção da corporação
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“Ele é subordinado a mim, não ao ministro, deixar bem claro isso aí”, afirmou, na época, o presidente
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Em 24 de abril de 2020, Bolsonaro exonerou Valeixo do comando da PF e Moro foi surpreendido com a decisão
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Sergio Moro critica o presidente Jair Bolsonaro (PL) em uma entrevista ao Estadão
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