Com Bruna Lima, Edoardo Ghirotto, Eduardo Barretto e Lucas Marchesini

Requião espera PT e PSB acertarem federação para decidir filiação

Pré-candidato ao governo do Paraná, Roberto Requião definirá o partido ao qual se filiará após PT e PSB baterem o martelo sobre a federação

atualizado 11/01/2022 12:35

Lula, Requião e Gleisi HoffmannReprodução

O ex-governador do Paraná Roberto Requião está acompanhando de perto as negociações entre o PT e o PSB para formar uma federação, o que, em sua visão, influenciará na escolha da sigla para disputar o governo do Paraná.

Se os partidos formarem uma federação, Requião ingressará no PSB para dar palanque a Lula. A filiação só seria possível porque a federação exigirá que PT e PSB atuem em conjunto até a eleição de 2026. A direção do PSB no Paraná é contrária à vinda do ex-governador, e lideranças locais se aproximaram da candidatura à reeleição de Ratinho Junior, que deverá contar com o apoio de Jair Bolsonaro.

Caso a federação não saia do papel, Requião terá de procurar outro partido para disputar o cargo.

O PT fez um convite para filiá-lo, mas ele entende que a filiação em outro partido ampliaria o arco de alianças no Paraná.

Outra possibilidade para Requião seria o PDT. Espera-se que o filho do ex-governador, o deputado estadual Requião Filho, migre para o partido caso não haja um acordo entre o PT e o PSB.

Requião deixou o MDB em julho do ano passado, após mais de 40 anos filiado ao partido, quando perdeu a disputa para comandar o diretório estadual.

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