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Guilherme Amado

PT se arma para neutralizar ganhos de Bolsonaro com Auxílio Brasil

Petistas que coordenam a campanha de Lula atribuem crescimento de Bolsonaro nas pesquisas ao aumento das parcelas pagas pelo Auxílio Brasil

20/08/2022 07:00
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Fábio Vieira/Metrópoles
ex-presidente Lula e fernando Haddad Aula aberta, Universidade Pública e Democracia, pelo Coletivo USP Pela Democracia, no vão da História e Geografia na Cidade Universitária, em São Paulo 4ex-presidente Lula e fernando Haddad Aula aberta, Universidade Pública e Democracia, pelo Coletivo USP Pela Democracia, no vão da História e Geografia na Cidade Universitária, em São Paulo

O PT baterá na tecla de que Bolsonaro aprovou um auxílio temporário e de caráter eleitoreiro para tentar neutralizar os ganhos do presidente com o aumento das parcelas pagas à população.

O Auxílio Brasil subiu de R$ 400 para R$ 600 neste mês de agosto. Petistas atribuem o crescimento de Bolsonaro nas pesquisas às benesses concedidas a diversas categorias da sociedade, entre elas taxistas e caminhoneiros.

Integrantes da campanha de Lula pensam em usar a expressão “dar o peixe, mas ensinar a pescar” para ganhar pontos com eleitores da classe média.

Um auxiliar direto de Lula diz que o petista deve defender o pagamento do auxílio permanente às parcelas carentes da população, mas com a ressalva de que o governo federal assumirá o compromisso com a geração de renda futura, apoiando a qualificação dos beneficiários do programa e facilitando o acesso ao crédito para pequenos negócios.

A campanha de Bolsonaro espera obter dividendos eleitorais significativos quando o pagamento turbinado do Auxílio Brasil completar 45 dias.

Já os lulistas afirmam que uma vitória no primeiro turno será possível se Lula conquistar ao menos 3% dos votos de eleitores indecisos, que hoje estão concentrados principalmente na classe média.

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A seguir, os candidatos à Presidência
Ciro Gomes, do PDT
Felipe d'Ávila, do Novo
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O primeiro turno da eleição para presidente da República está marcado para 2 de outubro de 2022
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O primeiro turno da eleição para presidente da República está marcado para 2 de outubro de 2022

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A seguir, os candidatos à Presidência
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A seguir, os candidatos à Presidência

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Ciro Gomes, do PDT

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Felipe d'Ávila, do Novo
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Felipe d'Ávila, do Novo

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Jair Bolsonaro, do PL
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Eymael, do DC
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Eymael, do DC

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Leonardo Péricles, do UP
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Leonardo Péricles, do UP

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Luiz Inácio Lula da Silva, do PT
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Luiz Inácio Lula da Silva, do PT

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Simone Tebet, do MDB
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Simone Tebet, do MDB

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Sofia Manzano, do PCB
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Sofia Manzano, do PCB

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Vera Lúcia, do PSTU
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Vera Lúcia, do PSTU

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Luciano Bivar (União Brasil) – Vencedor das prévias do partido, Luciano Bivar está oficializado como pré-candidato
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Luciano Bivar (União Brasil) – Vencedor das prévias do partido, Luciano Bivar está oficializado como pré-candidato

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Pablo Marçal (PROS) – O empresário é pré-candidato à Presidência do Brasil pelo Partido Republicano da Ordem Social (PROS)
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Pablo Marçal (PROS) – O empresário é pré-candidato à Presidência do Brasil pelo Partido Republicano da Ordem Social (PROS)

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