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Guilherme Amado

Nunes e Boulos terão chance de reeditar civilidade do 2º turno de 2020

Ricardo Nunes e Guilherme Boulos chegaram ao segundo turno ao superarem as baixarias de Pablo Marçal

Guilherme Amado, João Pedroso de Campos08/10/2024 02:00, atualizado 07/10/2024 20:18
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Divulgação Ricardo Nunes; Leandro Paiva/ @leandropaivac
Ricardo Nunes e Guilherme Boulos -- Metrópoles

Depois de um primeiro turno tumultuado, muito em parte pela campanha de Pablo Marçal com seus ataques desleais, Guilherme Boulos (PSol) e Ricardo Nunes (MDB) terão a chance de elevar o nível da disputa em um segundo turno em São Paulo sem o ex-coach.

Caso a civilidade e o respeito prevaleçam na parte decisiva da campanha, Boulos e Nunes reeditariam o clima do segundo turno de 2020, quando o psolista enfrentou Bruno Covas (PSDB) e foi derrotado pelo tucano, cujo vice era exatamente o emedebista.

Diante do calibre das baixarias de Marçal, não será assim tão difícil melhorar o debate. Foi o que mostraram os primeiros discursos do emedebista e do psolista após a votação deste domingo (6/10), apesar dos ataques mútuos.

Líder no primeiro turno, Ricardo Nunes seguiu com o discurso de ser o “caminho seguro” para a cidade e se colocou como opção moderada contra o que chamou de “radicalismo” do adversário. O postulante do PSol apostou na retórica da mudança e na ligação de Ricardo Nunes com Jair Bolsonaro. Em tempos de Marçal, tudo normal.

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