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Justiça de SP teve dificuldade para intimar viúva de Gal Costa

Viúva de Gal Costa, empresária Wilma Petrillo é processada por difamação por artista plástica; juíza mandou Petrillo apagar posts

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Wilma Petrillo, viúva de Gal Costa
1 de 1 Wilma Petrillo, viúva de Gal Costa - Foto: Reprodução

A Justiça de São Paulo tentou notificar por três vezes a empresária Wilma Petrillo, viúva da cantora Gal Costa, em uma ação contra Petrillo por difamação. O relato do oficial de Justiça foi anexado ao processo na última sexta-feira (8/9). A possível intimação só aconteceu por correio.

Em julho, Petrillo foi processada pela artista plástica Daniela Cutait, que vendeu uma casa em São Paulo para Gal Costa há três anos. Cutait disse que a empresária se recusou a transferir a titularidade das contas de luz e gás, o que levou seu nome a ficar “negativado”, como mostrou a repórter Karina Matias.

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Segundo a artista plástica, a viúva de Gal Costa ignorava as tentativas de contato e impedia que funcionários das empresas de luz e gás fizessem as mudanças necessárias. Ainda de acordo com Cutait, Petrillo escreveu o seguinte sobre ela nas redes sociais:

“Se o nome dessa senhora [Daniela Cuitait] está no Serasa certamente não é por responsabilidade minha, ela vive pendurada nos maridos que certamente honram suas contas, alugava quarto na casa para ter grana extra, seu grande mérito foi ter morado em NY por dois anos, patético, artista plástica famosa, não?” Petrillo disse à imprensa também que Cuitait “deve ser louca” e negou qualquer irregularidade. A Justiça proibiu Petrillo de citar o nome de Daniela Cutait nas redes sociais, e ordenou que ela apague os posts ofensivos.

Na última semana, o oficial de Justiça afirmou que se sentiu enganado ao tentar intimar Wilma Petrillo no endereço em São Paulo. O servidor disse que nas três tentativas foi atendido por uma mulher que “criava obstáculos” e dizia que Petrillo estava no médico. “Claramente, tentava ludibriar este oficial de Justiça com evasivas e desculpas absurdas para que eu não efetivasse a intimação”, escreveu.

Em outro dia, um segurança da rua afirmou ao oficial de Justiça que a empresária estava, sim, em casa. Como o servidor não foi atendido, deixou na caixa de correio a notificação de uma audiência judicial em 1º de novembro.

Como informou o repórter Thallys Braga em julho, amigos e ex-funcionários de Gal Costa acusaram Wilma Petrillo de assédio moral e golpes financeiros. Petrillo não se pronunciou.

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