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Guilherme Amado

Exposição reúne oratórios coloniais de casas grandes e senzalas

Exposição “Objetos de fé afro-americanos” vai reunir oratórios de diferentes tamanhos do Brasil Colônia

Guilherme Amado, João Pedroso de Campos11/07/2024 09:00, atualizado 10/07/2024 19:59
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Divulgação/Museu do Oratório
Oratório

O 2º Festival Literário Internacional de Paracatu (Fliparacatu), no interior de Minas Gerais, vai ser precedido neste ano pela exposição “Objetos de fé afro-americanos”, com oratórios originais do período colonial em diversos formatos e materiais.

Os itens da mostra em Paracatu, que será aberta em 18 de julho e vai até 2 de setembro, compõem o acervo permanente do Museu do Oratório, de Ouro Preto (MG). Produzidos com diferentes técnicas em Minas Gerais e no Nordeste, os oratórios do museu traduzem o sincretismo religioso construído à época, com uso por brancos e negros em casas grandes e senzalas. A mostra vai apresentar peças que variam de 5 centímetros a 2,5 metros de altura.

Na inauguração da exposição, a curadora Angela Gutierrez participará do Sempre um papo, projeto que promove encontros e bate-papos ao vivo. Ela vai conversar com Afonso Borges, presidente e idealizador do Flipacaratu, e Tom Farias, curador do festival.

As entradas para a exposição e para o Sempre um papo são gratuitas. A mostra de oratórios terá visitas guiadas por monitores.

O Fliparacatu de 2024 começa em 28 de agosto e vai até 1º de setembro, no Centro Histórico de Paracatu.

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