Guilherme Amado

Carlos vota contra proibição de motorista recusar corrida por racismo

Carlos Bolsonaro foi o único a votar contra o projeto de lei que proíbe motoristas de aplicativo a recusarem passageiros por preconceito

atualizado

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Caio César/Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Carlos Bolsonaro
1 de 1 Carlos Bolsonaro - Foto: Caio César/Câmara Municipal do Rio de Janeiro

O vereador Carlos Bolsonaro foi o único a votar contra o projeto de lei que proíbe motoristas de aplicativo a, por preconceito, recusarem passageiros.

A proposta recebeu 26 votos a favor e foi aprovada na Câmara do Rio nesta quarta-feira (17/11).

De autoria do vereador Átila Nunes, do DEM, o projeto prevê multar motoristas e empresas de aplicativo de transporte que por preconceito racial, religioso ou orientação sexual, se recusarem a levar passageiros. O valor da multa pode chegar a R$ 1.000 para motoristas, e R$ 50 mil para empresas.

Aprovada, a lei obriga empresas a criarem cartilhas que previnam e impeçam uma conduta preconceituosa do prestador de serviço e a prestarem apoio psicológico a vítimas caso elas sofram preconceito.

A coluna procurou a assessoria do vereador Carlos Bolsonaro para entender as contrarrazões do voto, mas não teve retorno.

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