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Guilherme Amado

Busca da PF no gabinete de Carlos pode avançar caso da rachadinha

A PF pode cooperar com o MP do Rio caso encontre indícios ou provas da suposta prática de rachadinha no gabinete de Carlos na Câmara

29/01/2024 11:29, atualizado 29/01/2024 15:08
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Igo Estrela/Metrópoles
Carlos Bolsonaro

Se a Polícia Federal encontrar indícios do crime de rachadinha no material apreendido no gabinete de Carlos Bolsonaro nesta segunda-feira (29/1), a corporação pode cooperar com as investigações do caso, comandadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Carlos é alvo da PF por suposto monitoramento ilegal de cidadãos durante o governo de Jair Bolsonaro.

Promotores envolvidos nas investigações de rachadinha na Câmara Municipal do Rio de Janeiro não podem pedir acesso aos documentos da operação desta segunda-feira (29/1), uma vez que a autorização partiu do STF, no âmbito da ação contra o uso da Abin para espionagens paralelas.

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Carlos Bolsonaro em foto na Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Carlos Bolsonaro
Vereador do Rio Carlos Bolsonaro
Carlos Bolsonaro
Carlos Bolsonaro é autor de homenagem a inspetor de polícia investigado
Vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos)
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Vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos)

Caio César/Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Carlos Bolsonaro em foto na Câmara Municipal do Rio de Janeiro
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Carlos Bolsonaro em foto na Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Renan Olaz/CMRJ
Carlos Bolsonaro
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Carlos Bolsonaro

Reprodução / Instagram
Vereador do Rio Carlos Bolsonaro
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Carlos Bolsonaro
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Carlos Bolsonaro

Reprodução/Instagram
Carlos Bolsonaro é autor de homenagem a inspetor de polícia investigado
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Carlos Bolsonaro é autor de homenagem a inspetor de polícia investigado

Redes Sociais/Reprodução

O MP do Rio, entretanto, pode esperar que a Polícia Federal apresente um acordo de cooperação caso seja encontrado algo relevante para a investigação do crime de peculato, conhecido como rachadinha.

Em abril de 2023, a partir das quebras de sigilo bancário de assessores de Carlos, os investigadores identificaram um possível caminho de investigação do crime. Um laudo apontou que o salário dos funcionários pode ter sido usado para pagar despesas do vereador.