Bolsonaro e Secom na mira de julgamentos do TCU nesta quarta-feira
O tribunal também analisará um pedido do MP junto ao TCU para verificar se a Secom feriu os princípios da impessoalidade ao defender pessoal

O TCU julgará na quarta-feira duas representações que envolvem Jair Bolsonaro, uma contra o próprio presidente e outra contra publicações da Secretaria de Comunicação nas redes sociais a seu favor.
A primeira, apresentada pelo PT, afirma que o presidente pode ter cometido divulgação ilegal de informação privilegiada quando disse em uma reunião com ministros que iria intervir na Petrobras para abaixar o preço do combustível.
A informação teria ajudado investidores que souberam da informação a lucrar no mercado de ações.
Segundo o partido, Bolsonaro pode ter cometido crimes contra o sistema financeiro nacional e o mercado de capitais, enquanto os ministros podem ter cometido improbidade administrativa.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesTambém estão na mira da representação os ministros Paulo Guedes, Augusto Heleno, Bento Albuquerque, Luiz Eduardo Ramos, Braga Netto e Tarcísio Freitas.
O tribunal também analisará um pedido do MP junto ao TCU para analisar se a Secom feriu os princípios da impessoalidade ao defender pessoalmente Jair Bolsonaro, afirmando que o presidente sempre apoiou a vacina — o que, claro, é mentira.
A publicação foi feita em 26 tuítes, na forma de uma linha do tempo com declarações de Bolsonaro.
A equipe técnica deu parecer pedindo a rejeição de ambas representações. Para o primeiro, argumentou que não cabe ao TCU analisar o tema.
No segundo, afirmou que o pedido do MP junto ao TCU não apresenta indícios comprobatórios, sendo baseado apenas em notícias.





