Guilherme Amado

As dores, vitórias, erros e acertos de uma voluntária pelo mundo

No livro “Ubuntu”, a autora Joana Gamillscheg traz um relato sobre o poder da transformação social por meio do voluntariado

atualizado

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A violência em salas de aula no Quênia, os refugiados na Jordânia, as dificuldades dos povos rurais do Nepal e as consequências da superpopulação idosa no Vietnã são algumas das histórias contadas pela designer mineira Joana Gamillscheg, em “Ubuntu”, livro que será lançado, de forma independente, em novembro.

A autora, depois de dez anos trabalhando em departamentos de marketing de multinacionais, decidiu largar tudo e ser voluntária pelo mundo. O livro é um produto dos três anos em que Gamillscheg fez trabalhos voluntários em dez países da África e da Ásia.

“Ubuntu”, que quer dizer “eu sou porque nós somos”, é um relato sobre o poder da transformação social por meio do voluntariado e a força pessoal, para ambos os lados, da troca cultural — com direito a histórias engraçadas sobre viver em lugares inóspitos e uma reflexão sobre o significado da humanidade.

O livro já está disponível para Kindle no Amazon. A versão impressa será lançada em novembro neste site.

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