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Guilherme Amado

Abin quer gastar R$ 111 mil com moedas, canetas, troféus e chaveiros

Órgão irá gastar R$ 56.665 em moedas personalizadas e R$ 28.744 em troféus

Repórter de Guilherme Amado27/07/2021 08:00, atualizado 27/07/2021 08:36
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Reprodução
Abin quer gastar R$ 111 mil com moedas, canetas, troféus e chaveiros

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) irá gastar R$ 111.165,00 com moedas personalizadas e outros tipos de brindes, como canetas, troféus e chaveiros. Segundo o pregão eletrônico, os apetrechos institucionais são usados em eventos e encontros com parceiros e autoridades nacionais e internacionais.

Entre os itens que serão comprados, estão 500 moedas de 4mm com logotipos da Abin e que vêm em um porta-joias. O órgão, contudo, parece ter apreço por moedas personalizadas e encomendou mais mil moedas, de 2mm e que vêm em “saquinhos de veludo”. O total gasto em moedas personalizadas: R$ 56.665.

Segundo a agência, a necessidade de adquirir dois tipos de moeda se dá porque as moedas que vêm nos saquinhos de veludo são para parceiros, oficiais de ligação e analistas, enquanto a moeda na caixa é destinada a coordenadores, superintendentes e outros responsáveis de unidade, sendo utilizada como um brinde intermediário entre os simples e os de luxo.

Além disso, a Abin também pediu mil kits de canetas e lapiseiras, 200 chaveiros com formato do Brasil e feitos de pedra Ágata – que custou R$ 19,69 a unidade, 400 bottons de metal e 400 patches de tecido.

Os itens mais caros foram troféus do órgão, que custaram R$ 143 cada — a Abin encomendou 200 unidades. Segundo o texto, a compra é necessária para atender as possíveis aposentadorias e homenagens em 2021.

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