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Guilherme Amado

A história e a trajetória do cabelo crespo

"A história do meu cabelo crespo passa pela a história de dois países e a relação entre continentes", escreve a autora no prefácio da obra

Bruna Lima26/12/2021 09:30, atualizado 24/12/2021 14:12
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Reprodução
A história e a trajetória do cabelo crespo

A escritora angolana Djaimilia Pereira de Almeida traça os caminhos culturais e geopolíticos do cabelo crespo em seu novo livro, “Esse cabelo”, misto de romance pós-colonial e autoficção que a editora Todavia lança na segunda semana de janeiro.

“A história do meu cabelo crespo passa pela a história de dois países e a relação entre continentes”, escreve a autora no prefácio da obra.

Nascida em Luanda, filha de mãe negra angolana e pai branco português, Pereira conta, por meio de sua personagem autobiográfica “Mila”, memórias de sua adolescência, de familiares e de sua dupla nacionalidade.

O livro trabalha questões como racismo, identidade, feminismo e pertencimento, tudo pela ótica dos “indomáveis” cabelos da autora, como ela prefere chamar.

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