STF: vereadora acusa Bolsonaro de terrorismo no caso de petista morto
A vereadora de Recife Liana Cirne Lins apresentou uma petição ao STF na qual diz que Bolsonaro cometeu atos preparatórios de terrorismo

A vereadora de Recife (PE) Liana Cirne Lins (PT) entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma petição na qual acusa o presidente Jair Bolsonaro (PL) de cometer o crime de atos preparatórios ao terrorismo.
Liana fez a acusação no contexto do homicídio do tesoureiro do PT e guarda municipal Marcelo Aloízio Arruda, no último dia 9 de julho, em Foz do Iguaçu (PR).
Polícia encontra corpo de responsável por câmeras de clube onde petista morreu
De acordo com as investigações, uma vigilante que estava no clube onde o tesoureiro do PT e guarda municipal Marcelo Arruda (foto em destaque) foi morto confirmou em depoimento que ouviu a frase “Aqui é Bolsonaro, porra!” vinda do policial penal federal Jorge José da Rocha Guaranho, acusado de assassinar Arruda. Ele teria proferido as palavras antes de atirar.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Grande AngularO crime citado pela vereadora petista é previsto na Lei nº 13.260/2016 e consiste em “realizar atos preparatórios de terrorismo com o propósito inequívoco de consumar tal delito”. Liana alegou que as ações de Bolsonaro, “supostamente exortatórias à violência, teriam culminado com o homicídio do guarda municipal”.

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Ver todasO processo foi distribuído no STF ao ministro Nunes Marques. Na sexta-feira (15/7), o magistrado enviou o caso ao procurador-geral da República, Augusto Aras, a quem cabe opinar se o caso é de competência do Supremo.





