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Senadora do DF e Galípolo falam sobre situação de servidores do BRB
Conforme antecipado pela coluna, Leila Barros se reuniu com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar do BRB
atualizado
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A senadora Leila Barros (PDT-DF) se reuniu, nesta quarta-feira (13/5), com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e afirmou ter levado ao dirigente da autarquia preocupações de servidores e funcionários terceirizados sobre a situação do Banco de Brasília (BRB).
Leila disse que reforçou ao presidente do BC “a necessidade de preservar os trabalhadores e a continuidade das operações do banco”, que enfrenta crise após prejuízos com o Banco Master.
De acordo com a parlamentar, Galípolo reconheceu a relevância institucional do BRB e a situação dos trabalhadores.
Ainda segundo Leila, o presidente do Banco Central informou que prestará mais esclarecimentos ao grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, colegiado integrado pela senadora e responsável por acompanhar os desdobramentos do caso envolvendo o Banco Master.
Leila faz oposição à atual gestão do GDF, que busca capitalizar o BRB após prejuízos relacionados à compra de carteiras falsas do Banco Master.
Na manhã desta quarta-feira, funcionários do BRB protestaram na frente do Palácio do Buriti em ato convocado pelo Sindicato dos Bancários de Brasília. A mobilização reuniu aproximadamente 200 pessoas.
Os bancários cobraram do GDF o envio da documentação necessária para a captação de ajuda da União para salvar o banco. Além disso, pedem a devida responsabilização dos eventuais culpados pela fraude bilionária envolvendo o Master.
Entenda
O Banco Central deu prazo até o fim de maio para que o BRB reforce seu capital. Para isso, o GDF tenta obter empréstimos com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e um consórcio de bancos, mas ainda enfrenta dificuldades para atender às garantias exigidas.
Em paralelo, o BRB vende ativos oriundos do Banco Master e tenta captar recursos por meio da securitização da dívida ativa.






