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Grande Angular

Rumo à aposentadoria, desembargador do TJDFT Mario Machado se despede

O desembargador Mario Machado vai se aposentar aos 74 anos. Nesta segunda, ele participou, pela última vez, de uma sessão da Câmara Criminal

29/03/2021 16:35, atualizado 29/03/2021 16:42
Michael Melo/Metrópoles
Desembargador Mario Machado

Aos 74 anos, o desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Mario Machado vai se aposentar. Nesta segunda-feira (29/3), o magistrado despediu-se da Câmara Criminal.

Carioca, Mario Machado ocupou cargos no Distrito Federal desde a década de 1970. Ele atuou como advogado da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) e foi procurador da República no Ministério Público Federal (MPF). Aprovado em primeiro lugar para o cargo de juiz de direito substituto do TJDFT, ele foi nomeado em 1984.

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Mario Machado tem 74 anos
O desembargador atuou como presidente do TJDFT, entre 2016 e 2018
O desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Mario Machado vai se aposentar
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O desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Mario Machado vai se aposentar

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Mario Machado tem 74 anos
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O desembargador atuou como presidente do TJDFT, entre 2016 e 2018
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O desembargador atuou como presidente do TJDFT, entre 2016 e 2018

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Em 1997, Mario Machado tornou-se desembargador. O magistrado foi eleito presidente do TJDFT para o biênio 2016-2018. Antes, em 2012, atuou como presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF).

Durante a 4ª Sessão Ordinária por Videoconferência da Câmara Criminal, realizada nesta segunda-feira, Mario Machado disse que a aposentadoria foi adiantada pela pandemia da Covid-19.

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“Completo 23 anos de desembargadoria. São tempos longos e a saída, no meu caso, é bastante refletida. De certa forma, foi adiantada por esta terrível pandemia que nos aflige. Já estou aposentado em casa há um ano, pois não vou ao gabinete, não vejo vossas excelências, não vejo os colegas do Ministério Público e os advogados. Mas, todo dia, recebo pelo computador um monte de processos. É massacrante a nossa atividade. Com a aposentadoria, tudo continua igual, tirando os processos que não chegam mais”, afirmou.