Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Grande Angular

"Quem está nos dividindo é Alexandre de Moraes", diz Bia Kicis.

A deputada federal Bia Kicis (PL) compareceu ao encontro de mulheres com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro

02/07/2026 10:33, atualizado 02/07/2026 10:35
Compartilhar notícia
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Metrópoles Entrevista a deputada Bia Kicis - metrópoles

A deputada federal Bia Kicis (PL) afirmou, em evento das mulheres do partido com o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que quem “está dividindo” a direita é a “esquerda e Alexandre de Moraes”. O encontro ocorreu na manhã de quarta-feira (1°/7).

“Quem está nos dividindo é a esquerda. É Alexandre de Moraes. É por causa dele que Jair Bolsonaro está preso, em casa. É por causa dele que a Michelle está sofrendo, passando por toda esas situação, com tanta opressão, com tanta pressão, tanta perversidade. Todos nós estamos sofrendo a consequência dessa divisão”, disse a parlamentar.

Receba no seu email as notícias da coluna Grande Angular

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Durante o evento, Bia Kicis ainda declarou que a “esquerda está se aproveitando” do desentendimento entre Michelle Bolsonaro e Flávio. “Cheguei a ouvir que as mulheres da esquerda estão nos defendendo. Isso é loucura. Elas estão usando. A gente precisa acalmar os ânimos. A gente não pode fomentar essa guerra. O nosso inimigo é o PT, a esquerda”, completou.

A deputada ainda declarou apoio a Flávio. “Foi ele que o Bolsonaro indiciou. Flávio é o nosso líder e será o nosso presidente”.

A reunião em que Bia Kicis estava ocorreu em meio ao desgaste provocado pela crise pública entre Flávio e Michelle, iniciada na semana passada após a ex-primeira-dama publicar vídeos nas redes sociais em que afirma ter sido “humilhada”, “desrespeitada” e “maltratada” pelo enteado.

De acordo com Michelle, a crise teve início após divergências sobre a estratégia política do PL no Ceará, especialmente em relação à aproximação da legenda com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB). Ela também afirmou que passou a ser alvo de ataques de integrantes do próprio campo bolsonarista. Dias depois, Michelle deixou a presidência nacional do PL Mulher.