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Grande Angular

PMDF exclui da corporação subtenente condenado por tentar matar jovem

O subtenente reformado Francisco Assis Victor Neto foi condenado, em 2015, por tentativa de homicídio qualificado. O crime ocorreu em 2012

29/12/2021 02:00, atualizado 29/12/2021 10:03
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Myke Sena/ Especial para o Metrópoles
Dois PMs de costas

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) excluiu da corporação o subtenente reformado Francisco Assis Victor Neto, condenado por tentativa de homicídio qualificado.

Em 2015, o Tribunal do Júri de São Sebastião condenou o policial a 8 anos de prisão por tentar matar, com arma de fogo, um adolescente de 15 anos em uma festa. Posteriormente, a pena foi aumentada para 9 anos e 4 meses de reclusão e a perda da função pública.

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Viatura policial
O subtenente está, atualmente, na reserva da corporação, ou seja, aposentado
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A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) excluiu da corporação subtenente condenado por tentar matar jovem

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O subtenente está, atualmente, na reserva da corporação, ou seja, aposentado
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O subtenente está, atualmente, na reserva da corporação, ou seja, aposentado

Hugo Barreto/Metrópoles

Segundo a acusação, a tentativa de homicídio qualificado ocorreu em 2012, após desentendimentos e empurrões no interior de um estabelecimento comercial, em São Sebastião. O PM atirou contra o jovem e o disparo acertou o tórax da vítima, que sobreviveu.

O ato da PMDF publicado no Diário Oficial do DF (DODF), no mês passado, diz que a exclusão do subtenente ocorre em função “da decisão que o considerou incapaz de permanecer nas fileiras da corporação”.

Em 2017, a sentença condenatória transitou em julgado (ou seja, quando acaba a possibilidade de o réu recorrer) e o subtenente foi para a reserva da PMDF. Depois, ele acabou expulso da corporação e perdeu a aposentadoria. Mas o policial recorreu contra a expulsão, à época, e a Justiça determinou que a PMDF voltasse a pagar a remuneração por entender que não foi instaurado o devido processo administrativo.

A coluna demandou a PMDF sobre o caso, mas não recebeu retorno até a última atualização deste texto. A reportagem não conseguiu contato com o subtenente ou a defesa dele. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações.

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