Observadora do cenário político do DF, lança luz nos bastidores do poder na capital.

Pablo Marçal diz que vai recorrer “até na ONU” para se candidatar

Por meio de decisão judicial, o Pros voltou ao comando de Eurípedes Junior, que defende apoio do partido a Lula

atualizado 05/08/2022 19:24

Igo Estrela/Metrópoles

Lançado como pré-candidato a presidente da República pelo Pros, Pablo Marçal fez um desabafo após o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Ricardo Lewandowski devolver o comando do partido a Eurípedes Junior, que defende apoio do Pros à candidatura de Lula (PT).

Com a mais recente reviravolta na liderança do partido, o Pros deve desistir da candidatura própria. Marçal disse que o caso é “um atentado à democracia do Brasil” e “terrorismo eleitoral”. Ele afirmou que recorrerá “até na ONU”.

“Está acontecendo um atentado à democracia do Brasil, terrorismo eleitoral. O PT colocou, ontem, José Eduardo Cardozo como advogado do Eurípedes Junior para lotear o partido do Pros. Tem 1,5 mil candidatos sendo deixados de lado”, disse Marçal à coluna.

O pré-candidato afirmou que a candidatura “tem CNPJ” e o partido fez uma “convenção clandestina, sem aviso, sem prazo, sem edital”.

“Vou recorrer até na ONU. Vai ser uma vergonha para o Brasil e estão sendo comprometidas as eleições deste ano. Essa sede do PT de querer, de todas as formas, tirar os candidatos, vai comprometer a eleição e eu não vou abrir mão. Quero o meu direito de ser candidato a presidente do Brasil. Caiu na mão da pessoa errada. Estou sendo perseguido politicamente”, declarou.

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