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Grande Angular

Mulher que engravidou aos 45 anos inspira projeto contra infertilidade

O projeto de lei que tramita na CLDF estabelece que as unidades de saúde pública da capital federal devem oferecer amplo atendimento na área

09/12/2021 02:00, atualizado 09/12/2021 09:35
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Reprodução/Instagram
Mãe e filha abraçadas

A incrível história da mulher que engravidou naturalmente aos 45 anos inspirou o projeto de lei que cria a Política de Prevenção e Acompanhamento de Problemas Reprodutivos Femininos e Masculinos no Distrito Federal.

Valentina é como um milagre na vida da advogada Leila Barreto Ornelas. A menina nasceu em 18 de fevereiro de 2018, realizando o sonho da maternidade, que, de tão acalantado por Leila, parecia até impossível. Antes de engravidar, a advogada passou por duas fertilizações, sem sucesso.

Mulher que engravidou aos 45 anos inspira projeto contra infertilidade - destaque galeria
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Leila e Maurício vinham tentado ser pais desde que se casaram e já tinham feito até tratamentos de reprodução assistida
Valentina nasceu em 18 de fevereiro do ano passado
Leila descreve a menina como um milagre
Aos 45 anos, a mulher tem apenas 1% de chance de engravidar de maneira natural
Valentina é sorridente e, de imediato, virou o xodó da família
A advogada Leila Barreto Ornelas ficou grávida aos 45 anos de maneira natural
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A advogada Leila Barreto Ornelas ficou grávida aos 45 anos de maneira natural

Jacqueline Lisboa/Especial para o Metrópoles
Leila e Maurício vinham tentado ser pais desde que se casaram e já tinham feito até tratamentos de reprodução assistida
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Leila e Maurício vinham tentado ser pais desde que se casaram e já tinham feito até tratamentos de reprodução assistida

Jacqueline Lisboa/Especial para o Metrópoles
Valentina nasceu em 18 de fevereiro do ano passado
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Valentina nasceu em 18 de fevereiro do ano passado

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Leila descreve a menina como um milagre
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Leila descreve a menina como um milagre

Jacqueline Lisboa/Especial para o Metrópoles
Aos 45 anos, a mulher tem apenas 1% de chance de engravidar de maneira natural
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Aos 45 anos, a mulher tem apenas 1% de chance de engravidar de maneira natural

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Valentina é sorridente e, de imediato, virou o xodó da família
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Valentina é sorridente e, de imediato, virou o xodó da família

Jacqueline Lisboa/Especial para o Metrópoles
Para as mães que estão tendo dificuldade de engravidar, Leila aconselha: "Tenham fé. Na hora certa, vai acontecer"
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Para as mães que estão tendo dificuldade de engravidar, Leila aconselha: "Tenham fé. Na hora certa, vai acontecer"

Jacqueline Lisboa/Especial para o Metrópoles

A advogada engravidou naturalmente aos 45 anos de idade, um fato surpreendente, visto que, de acordo com a literatura médica, neste período da vida as chances de uma mulher conseguir ficar grávida sem passar por fertilização artificial são de menos de 1%.

Leila conta que várias mulheres começaram a procurá-la após ela compartilhar sua história nas redes sociais. A advogada se especializou e agora acompanha pacientes do Brasil e do exterior que têm dificuldade para engravidar.

O vice-presidente da Câmara Legislativa do DF (CLDF), Rodrigo Delmasso (Republicanos), apresentou o PL após conhecer a trajetória de Leila.

Projeto

A proposta cria a Política de Prevenção e Acompanhamento de Problemas Reprodutivos Femininos e Masculinos, no âmbito do DF. Segundo o PL, o objetivo é integrar medidas preventivas e procedimentos médicos, laboratoriais, hospitalares e farmacêuticos para tratamento dos problemas que possam comprometer a futura reprodução feminina e masculina.

Se o projeto for aprovado, o governo deverá criar campanhas publicitárias em diversos formatos alertando para problemas produtivos existentes. A proposta também estabelece que as unidades de saúde pública devem oferecer amplo tratamento médico, laboratorial, ambulatorial e hospitalar para a plena implantação da política específica.

“A infertilidade é uma problema de saúde pública, e precisamos jogar luz nesse tema e debater mais e mais”, disse Leila à coluna.

Delmasso pontuou que o projeto deve ser apreciado pela CLDF no 1º semestre do próximo ano. “Esse projeto foi inspirado no que Leila passou. O que a gente quer trabalhar agora é tratar o tema como política pública”, afirmou.

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