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MPDFT recomenda que GDF monitore publicações sobre greve dos caminhoneiros

Promotor recomenda que SSP e PM elaborem “planos de contingência e contenção”, com definição de escalas de distribuição estratégica

atualizado

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Lucas Ninno/Getty Images
Imagem colorida de caminhão na rodovia
1 de 1 Imagem colorida de caminhão na rodovia - Foto: Lucas Ninno/Getty Images

A 3ª Promotoria de Justiça Militar do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT) expediu uma recomendação ao Governo do DF (GDF) em relação à greve geral dos caminhoneiros que parte da categoria convocou.

O órgão recomenda que o GDF, entre outras medidas, “monitore permanentemente redes sociais, a fim de detectar com antecedência pontos de concentração e movimentação de lideranças do movimento”.

No documento, o promotor Flávio Milhomem pediu que a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e a Polícia Militar (PMDF) elaborem “planos de contingência e contenção, com definição de escalas de serviço e de distribuição estratégica do efetivo, com atuação preventiva nas vias de acesso ao Distrito Federal, nas rodovias e nas áreas sensíveis da capital federal”.

O promotor ainda recomendou que as pastas instaurem os procedimentos apuratórios disciplinares “em caso de eventual
participação de policiais militares da ativa, fardados ou não, em manifestações de cunho político ou atentatórias à hierarquia e à disciplina”.

Greve

A manifestação convocada por parte da categoria dos caminhoneiros estava marcada para começar nesta quinta-feira (4/12), mas, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), nenhuma comunicação formal sobre mobilizações foi registrada em todo o país.

O Distrito Federal e o Entorno amanheceram sem bloqueios, interdições, manifestações ou qualquer tipo de aglomeração nas rodovias federais até as 8h desta quinta.

Segundo um dos representantes do movimento, Francisco Burgardt, membro do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens de Ourinhos (Sindicam-SP), o ato iria acontecer seguindo todas as medidas impostas pela lei.

Na segunda-feira (1º/12), um ofício foi protocolado junto ao Palácio do Planalto informando ao governo sobre a greve.

Ao Metrópoles Burgardt informou que espera que o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ofereça alternativas de melhorias ao setor.

Entre as reivindicações do setor, estão a estabilidade contratual do caminhoneiro, a garantia do cumprimento das leis, a reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas e a aposentadoria especial de 25 anos de trabalho comprovada com recolhimento ou documento fiscal emitido.

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