Zema defende anistia do 8/1 e que Brasil tenha um presidente "empreendedor"
O partido Novo oficializou a candidatura de Romeu Zema à Presidência da República nesta segunda-feira (27/7)

O Metrópoles entrevista, ao vivo, nesta segunda-feira (27/7), o candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema.
O Novo oficializou a candidatura de Zema em convenção realizada, nesta segunda, em Brasília (DF).
Questionado sobre possível anistia a condenados pelo 8 de Janeiro, Zema afirmou que “todas essas prisões injustas” devem ser “totalmente revogadas e que nós tenhamos julgamento justo”.
“Sou defensor da democracia. Se alguém atentou, que pague contra isso, mas não julgamento político, tendencioso, que foi o que aconteceu no Brasil. Presidente Bolsonaro merece ter tratamento digno e não está tendo. Brasil precisa passar uma borracha e olhar para o futuro”, completou.
Minas Gerais
Sobre sua gestão como ex-governador de Minas Gerais, Zema declarou na entrevista que quer “levar o mesmo para o Brasil”.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Grande Angular“Em Minas Gerais, quando chegou na véspera da eleição, o mineiro viu que tinha candidato igual a ele, que tinha ralado a vida toda. O Brasil já teve muitos presidentes políticos e nunca teve presidente empreendedor e empresário“, completou.
Em relação à dívida do governo mineiro, afirmou que, “hoje, Minas é um estado que está com as contas em dia, com os salários em dia“.
Saída do Brics
Zema reafirmou que, caso seja eleito, pretende retirar o Brasil do Brics. “Para ser seu amigo, eu não preciso ser sócio do seu clube. Para o Brasil ser um grande parceiro comercial da China, ele não precisa fazer parte do clubinho da China, que é o Brics”.
O candidato do Novo disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem “maltratado os EUA”, que é, segundo Zema, “o segundo maior parceiro comercial do Brasil. “Me parece que ele está criando dois problemas: um com os EUA e um de dependência enorme da China“, frisou.
Segurança Pública
Na entrevista, Zema ainda pontuou que pretende construir um “superpresídio” na Amazônia para “levar todos os líderes”. “Se quer ficar livre, não vá para o crime organizado”, completou.
Em relação às facções criminosas, o presidenciável do Novo declarou que irá “enquadrar todas as facções e organizações criminosas como terroristas”.
“E vou respeitar a lei. Dá para respeitar a lei e prender bandido. Nós só precisamos elevar o custo que, hoje, no Brasil, é muito baixo”, declarou.





