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Grande Angular

Zema defende anistia do 8/1 e que Brasil tenha um presidente "empreendedor"

O partido Novo oficializou a candidatura de Romeu Zema à Presidência da República nesta segunda-feira (27/7)

27/07/2026 17:22, atualizado 27/07/2026 17:55
LUIS NOVA / METRÓPOLES @LuisGustavoNova
Imagem colorida, Romeu Zema - Metrópoles

O Metrópoles entrevista, ao vivo, nesta segunda-feira (27/7), o candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema.

O Novo oficializou a candidatura de Zema em convenção realizada, nesta segunda, em Brasília (DF).

Questionado sobre uma possível anistia a condenados pelo 8 de Janeiro, o candidato afirmou que é “favorável a todas essas prisões injustas serem totalmente revogadas e que nós tenhamos julgamento justo”.

“Sou defensor da democracia. Se alguém atentou, que pague contra isso, mas não julgamento político, tendencioso, que foi o que aconteceu no Brasil. Presidente Bolsonaro merece ter tratamento digno e não está tendo. Brasil precisa passar uma borracha e olhar para o futuro”, completou.

Minas Gerais

Como ex-governador de Minas Gerais, Zema declarou na entrevista que “levar o mesmo para o Brasil”.

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“Em Minas Gerais, quando chegou na véspera da eleição, o mineiro viu que tinha candidato igual a ele, que tinha ralado a vida toda. O Brasil já teve muitos presidentes políticos e nunca teve presidente empreendedor e empresário“, completou.

Em relação à dívida do governo mineiro, o candidato afirmou que “hoje, Minas é um Estado que está com as contas em dia, com os salários em dia“.

Saída do Brics

Zema reafirmou que, caso seja eleito, pretende retirar o Brasil do Brics. “Para ser seu amigo eu não preciso ser sócio do seu clube. Para o Brasil ser um grande parceiro comercial da China, ele não precisa fazer parte do clubinho da China que é o Brics”.

O candidato disse que o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem “maltratado o EUA”, que é, segundo Zema, “o segundo maior parceiro comercial do Brasil. “Me parece que ele está criando dois problemas: um com os EUA e um de dependência enorme da China“, disse.

Segurança Pública

Na entrevista, Zema ainda disse que pretende construir um “super presídio” na Amazônia  para “levar todos os líderes”. “Se quer ficar livre, não vá para o crime organizado”, completou.

Em relação às facções criminosas, o candidato declarou que irá “enquadrar todas as facções e organizações criminosas como terroristas”. 

“E vou respeitar a lei. Dá para respeitar a lei e defender bandido. Nós só precisamos elevar o custo que, hoje, no Brasil, é muito baixo”, declarou.