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"Loucura": Ibaneis critica governo Lula e nega isenção do ICMS

Governador do DF, Ibaneis Rocha, disse que a gestão federal “joga nas costas dos governadores” obrigação sobre alta dos alimentos: “Loucura”

13/03/2025 12:47, atualizado 13/03/2025 15:09
Breno Esaki/Metrópoles
“Loucura”: Ibaneis critica governo Lula e nega isenção do ICMS

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), disse ao Metrópoles que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anuncia ações sem impacto real e transfere aos estados e ao DF a obrigação sobre a alta do preço dos alimentos. “É loucura”, declarou, nesta quinta-feira (13/3).

Ibaneis afirmou que o governo federal zerou alíquota da importação de produtos que o Brasil não importa. A medida foi anunciada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na semana passada. “A grande verdade é que o governo Lula jogou para a plateia. Ele isentou de tributação coisas que o Brasil não importa: somos os maiores exportadores de proteína, de café e de açúcar do mundo. Aí joga para os governadores para ver se a gente faz”, disse.

Deputados do PT pediram que Ibaneis zere o ICMS sobre os produtos da cesta básica, ecoando o apelo feito por Haddad. Questionado pela reportagem se atenderia à solicitação, o governador foi categórico: “Não vou isentar mais nada”.

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Fernando Haddad, ministro da Fazenda
Presidente Lula fará balanço dos dois primeiros anos de seu terceiro mandato
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Presidente Lula fará balanço dos dois primeiros anos de seu terceiro mandato

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Fernando Haddad, ministro da Fazenda
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Fernando Haddad, ministro da Fazenda

Reprodução/YouTube

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Segundo Ibaneis, a isenção do imposto sobre produtos da cesta básica significaria redução de R$ 850 milhões no orçamento do DF, que foi aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) no ano passado.

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O governador citou que o reajuste do diesel pela Petrobras aumentou em 40% o valor do frete rodoviário no Brasil, impactando diretamente o preço dos alimentos. “É uma loucura. Agora, faz coisa para jogar para a plateia e jogar a obrigação nas costas dos governadores”, declarou.