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Justiça nega recurso de advogado que pede prisão de William Bonner

O advogado Wilson Koressawa ingressou com embargos de declaração contra decisão que rejeitou o pedido de prisão do jornalista William Bonner

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Homem de chapéu branco e óculos de sol
1 de 1 Homem de chapéu branco e óculos de sol - Foto: Reprodução/Instagram

O Juizado Especial Criminal de Taguatinga negou, nesta sexta-feira (28/1), um recurso contra a decisão que rejeitou o pedido de prisão do jornalista William Bonner.

Autor do processo judicial, o advogado Wilson Koressawa alegou que a juíza que negou o pedido inicial não determinou instauração de inquérito policial para investigação do caso. Segundo Koressawa escreveu nos embargos de declaração, ela agiu como se Bonner “fosse inocente”.

Justiça nega recurso de advogado que pede prisão de William Bonner - destaque galeria
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William Bonner apresenta o Jornal Nacional ao lado de Renata Vasconcellos
William Bonner e Renata Vasconcellos
E editor-chefe
Natasha Dantas e o marido, William Bonner
William Bonner
Em entrevista a Serginho Groisman, Bonner já revelou sofrer ataques e ter desistido de se exercitar nas ruas
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Em entrevista a Serginho Groisman, Bonner já revelou sofrer ataques e ter desistido de se exercitar nas ruas

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William Bonner apresenta o Jornal Nacional ao lado de Renata Vasconcellos
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William Bonner apresenta o Jornal Nacional ao lado de Renata Vasconcellos

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William Bonner e Renata Vasconcellos
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Natasha Dantas e o marido, William Bonner
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Emissora desmentiu boatos de que ele deixará o telejornal, no qual também atua como editor-chefe
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Justiça nega prisão de William Bonner: “Delírios negacionistas”

Conheça Wilson Koressawa, ex-juiz que pediu a prisão de William Bonner

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O advogado teve o pedido negado
Nas redes sociais, Koressawa apareceu ao lado de um homem armado
Ele fez um discurso ameaçando de prisão os prefeitos e governadores que decretassem lockdown em função da pandemia de Covid-19
Ele publicou um vídeo em que fala que estava aguardando uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PL)
Koressawa já foi juiz do Tribunal de Justiça do Amapá
Wilson Issao Koressawa pediu a prisão de William Bonner
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Wilson Issao Koressawa pediu a prisão de William Bonner

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O advogado teve o pedido negado
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O advogado teve o pedido negado

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Nas redes sociais, Koressawa apareceu ao lado de um homem armado
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Nas redes sociais, Koressawa apareceu ao lado de um homem armado

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Ele fez um discurso ameaçando de prisão os prefeitos e governadores que decretassem lockdown em função da pandemia de Covid-19
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Ele fez um discurso ameaçando de prisão os prefeitos e governadores que decretassem lockdown em função da pandemia de Covid-19

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Ele publicou um vídeo em que fala que estava aguardando uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PL)
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Ele publicou um vídeo em que fala que estava aguardando uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PL)

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Koressawa já foi juiz do Tribunal de Justiça do Amapá
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Koressawa já foi juiz do Tribunal de Justiça do Amapá

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Atualmente, ele é promotor de Justiça aposentado do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT)
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Atualmente, ele é promotor de Justiça aposentado do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT)

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A juíza que analisou o pedido de prisão de Bonner disse que o caso é de "delírios negacionistas"
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A juíza que analisou o pedido de prisão de Bonner disse que o caso é de "delírios negacionistas"

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Koressawa tem um site em que publica suas teorias e convoca cidadãos a protestarem
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Koressawa tem um site em que publica suas teorias e convoca cidadãos a protestarem

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Koressawa ingressou com o mandado de segurança cível contra Bonner porque o apresentador do Jornal Nacional incentiva a vacinação contra a Covid-19. Ele alegou que o jornalista comete os crimes de indução de pessoas ao suicídio, de causar epidemia e de envenenar água potável, substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo.

Em decisão expedida no dia 16 de janeiro de 2022, a juíza do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) Gláucia Falsarella Pereira Foley chamou o pedido do advogado de descabido: “Como fundamento, [o autor] reproduz teorias conspiratórias, sem qualquer lastro científico e jurídico, esvaziando seu texto em mera panfletagem política”.

Segundo a magistrada, “o Poder Judiciário não pode afagar delírios negacionistas, reproduzidos pela conivência ativa – quando não incendiados – por parte das instituições, sejam elas públicas ou não”.

Nos embargos contra a sentença de Gláucia, Koressawa argumentou que “a decisão impediu que os fatos sejam investigados para que se apure a autoria e a materialidade e apreciou o mérito do pedido, quando deveria determinar a remessa ao Juízo competente para que ele e só ele cumprisse o dever legal de determinar a instauração de inquérito policial, no mínimo”. “Nada impede que a representação seja diretamente dirigida ao delegado, ao promotor de Justiça ou ao juiz de direito e ninguém está acima da lei”, escreveu.

Nesta sexta-feira, o juiz Felipe da Costa Fonseca Gomes negou os embargos de declaração do advogado. O magistrado disse que não se observou contradição, obscuridade, omissão ou erro material na decisão.

“Na hipótese dos autos, o embargante busca o reexame da matéria já apreciada na decisão, o que lhe é defeso, haja vista a inadequação da via eleita”, assinalou o juiz.

Quem é

Wilson Koressawa é ex-juiz do Tribunal de Justiça do Amapá e promotor aposentado do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT). Atualmente, ele tem registro na OAB-DF, portanto, pode atuar como advogado.

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