
Grande AngularColunas

GDF pede ajuste no orçamento para nomear 700 policiais civis e 1,2 mil PMs
O secretário de Economia do DF, Ney Ferraz Júnior, pediu ao governo federal a adequação do orçamento de 2025 para incluir as nomeações
atualizado
Compartilhar notícia

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Economia, pediu a adequação no orçamento para permitir a nomeação de 700 policiais civis e 1,2 mil policiais militares até o final de 2025.
Vejam a previsão de nomeações nas corporações em 2025:
- Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF): 600 agentes, 50 delegados e 50 agentes de custódia;
- Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF): 1.200 soldados, 35 oficias de saúde e 49 oficiais.
Nesta sexta-feira (18/7), o secretário de Economia do DF, Ney Ferraz Júnior, solicitou ao governo federal a mudança na Lei Orçamentária Anual (LOA), a partir de um pedido da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Segundo Ney, as corporações apresentaram informações relacionadas à carência de pessoal.
“Para que essas unidades tenham a estrutura de recursos humanos adequada ao desempenho de suas atribuições se faz necessário o provimento 700 cargos na PCDF, e 1.284 cargos na PMDF, conforme as planilha em anexo, o que enseja a alteração do Anexo V da LOA 2025, para que os referidos provimentos sejam autorizados”, afirmou o secretário.
O documento foi enviado aos secretários executivos do Ministério do Planejamento e do Ministério da Fazenda, Gustavo José de Guimarães e Souza e Dario Carnevalli Durigan, respectivamente.
Ney informou aos gestores dos ministérios que, caso haja necessidade de aporte financeiro para custear o aumento da despesa com as novas nomeações, o próprio GDF fará os ajustes necessários.
“O governador Ibaneis assumiu o compromisso de nomear novos policiais militares e civis. Vamos cumprir essa determinação até o fim deste ano. Mas para que isso se concretize, estamos enviando a alteração na legislação orçamentária ampliando os números de vagas autorizadas”, disse o secretário de Economia. Segundo ele, as nomeações seguem previstas para a primeira quinzena de novembro.
“A vice-governadora Celina Leão também tem cobrado esse reforço nos quadros da segurança pública. Só nesse ano, serão quase 2 mil policiais a mais e o impacto na folha será de R$ 146 milhões. É um investimento que o governo vai fazer para reforçar a proteção e a vida de milhares de brasilienses”, declarou Ney.
O processo que envolve novas nomeações e eventuais reajustes salariais de policiais e bombeiros do DF passa pelo governo federal porque as corporações são pagas por meio do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), abastecido com recursos da União.










