Observadora do cenário político do DF, lança luz nos bastidores do poder na capital.

Damares Alves: “Bolsonaro deixará a Presidência de cabeça erguida”

Senadora eleita pelo DF, Damares se pronunciou sobre a derrota de Bolsonaro nas urnas para Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

atualizado 31/10/2022 12:02

Reprodução

Uma das aliadas mais próximas de Jair Bolsonaro (PL), a senadora eleita pelo Distrito Federal, Damares Alves (Republicanos), disse que o atual chefe do Executivo federal deixará a Presidência da República, em janeiro de 2023, “de cabeça erguida”.

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“Perdemos uma eleição, mas não perdemos o amor pelo nosso país. Bolsonaro deixará a Presidência da República, em janeiro, de cabeça erguida, com a certeza de dever cumprido e amado por milhões de brasileiros”, escreveu, no Twitter.

Até o início da tarde desta segunda-feira (31/10), no entanto, o próprio presidente não havia feito nenhum pronunciamento, após o resultado das urnas, que deu a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a vitória. Após 13 anos, Lula assumirá o Palácio do Planalto em 1º de janeiro, pela terceira vez.

 

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Lula eleito

Em ato com apoiadores ainda na noite desse domingo (30/10), Lula disse que precisa saber se Bolsonaro permitirá que “haja uma transição” de governo nos próximos dois meses.

“Eu gostaria de estar só alegre, mas eu estou metade alegre e metade preocupado, porque, a partir de amanhã, eu tenho que começar a me preocupar como é que a gente vai governar este país. Preciso saber se o presidente que nós derrotamos vai permitir que haja uma transição para que a gente tome conhecimento das coisas”, declarou.

“Eu talvez tire dois dias para descansar e depois vou começar a trabalhar porque eu já fui presidente, já ganhei a primeira e de todas as vitórias que eu tive, esta é a vitória mais consagradora porque nós derrotamos o fascismo”, disse. “O povo vai poder sorrir outra vez.”

O novo mandatário venceu Jair Bolsonaro (PL) neste domingo (30/10). A vitória foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 19h57, com 98,81% das urnas apuradas, quando o petista tinha 50,83% dos votos válidos (59.563.912), e Bolsonaro, 49,17% (57.627.462).

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