
Chiquini acusa Janones e Lindbergh por fake news contra Flávio
Advogado afirma que deputados divulgaram informações falsas sobre propostas atribuídas a Flávio Bolsonaro e pede investigação da PGR
07/10/2026 19:01

Recém-eleito deputado federal, o advogado Jeffrey Chiquini (Novo-PR) acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR), nesta quarta-feira (7/10), contra os deputados federais André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ).
Na notícia-crime, Chiquini afirma que os dois atuaram de forma coordenada na divulgação de informações que considera falsas sobre a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.
Segundo Chiquini, Janones usou o perfil oficial no Instagram e canais do WhatsApp, como o “Exército do Lula”, criado pelo deputado e que ultrapassou 2 milhões de seguidores, para divulgar que Flávio Bolsonaro acabaria com o Bolsa Família e o salário mínimo, além de reduzir o valor das aposentadorias. A peça classifica as informações como falsas.
O advogado afirma que os grupos e canais de WhatsApp ligados a Janones reuniram mais de 1 milhão de pessoas. Segundo a peça, a estrutura teria ampliado a circulação das mensagens durante o período eleitoral.
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Frequência de envio: Diário
Ver todasEm relação a Lindbergh, Chiquini afirma que o deputado utilizou veículos de imprensa, pronunciamentos e canais próprios para “validar, chancelar e repercutir” as alegações atribuídas a Janones.
Na notícia-crime, Chiquini aponta possíveis crimes eleitorais, entre eles a divulgação de fato sabidamente inverídico e a difamação eleitoral. Ele também pede que a PGR apure uma possível organização criminosa.
O advogado pede a preservação de publicações, vídeos, áudios e registros digitais. Também solicita dados das plataformas, a identificação de administradores de grupos de WhatsApp e uma perícia sobre o material.
Chiquini indica Flávio Bolsonaro como vítima e pede a oitiva dele, de um representante da Meta, de administradores dos grupos de transmissão e de um perito da Polícia Federal especializado em crimes cibernéticos.
Ao final, o advogado pede à PGR a instauração de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) e a realização das diligências necessárias para apurar os fatos.









