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Grande Angular

Celina e Michelle se solidarizam com Raquel Lyra após cartazes sobre morte

Cartazes espalhados em Recife atribuem à governadora e candidata Raquel Lyra a morte do marido dela. Raquel acionou a PF e a Polícia Civil

31/08/2026 16:20
Reprodução
Celina e Michelle se solidarizam com Raquel Lyra após cartazes sobre morte

A governadora do Distrito Federal que disputa a reeleição, Celina Leão (PP), e a candidata a senadora Michelle Bolsonaro (PL) se solidarizaram com a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), após cartazes fixados na capital acusarem ela de matar o marido, o empresário Fernando Lucena. Ele faleceu vítima de infarto em 2022, na véspera da eleição.

“Minha solidariedade à governadora Raquel Lyra, aos seus filhos e a todos os familiares”, disse Michelle em publicação no Instagram. 

Em vídeo, Celina afirmou que torce por Raquel Lyra para que ela “atravesse tudo isso com serenidade, força e fé”. “Governadora Raquel, minha solidariedade. E falo com verdade e franqueza porque tenho passado isso todos os dias aqui no DF. São muitas ações judicializadas todos os dias contra mentiras, fake news e ataques daqueles que não aceitam ter uma mulher no comando”, declarou.

Michelle se solidariza com Raquel Lyra após cartazes atribuírem a morte do marido a ela

Raquel Lyra, que disputa reeleição em Pernambuco, registrou boletim de ocorrência na Polícia Federal e na Polícia Civil do estado. A coligação também acionará o Ministério Público Eleitoral para investigação do caso.

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Segundo a assessoria da candidata, os cartazes com ataques pessoais foram espalhados em muros no Bairro de Recife. Um deles mostra foto de Raquel com a frase “ela matou o marido para ganhar a eleição”. No outro cartaz, a imagem da governadora é colocada ao lado de Elize Matsunaga e de Flordelis com a descrição “matadoras de maridos”.

Nas redes sociais, Raquel Lyra disse que a situação é uma “crueldade”. “Entrei no carro para seguir minha agenda na Mata Sul e, como sempre faço, abri o Instagram para ver o que estava acontecendo. E pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites. Respeite minha família, respeitem meus filhos, respeitem quem não está mais aqui, respeitem a minha dor”, afirmou.

Principal adversário de Raquel Lyra, João Campos (PSB) defendeu a apuração do caso e disse que qualquer pessoa que tente atribuir a prática a ele “vai responder na Justiça”. “Quero que a Justiça Eleitoral descubra quem produziu, quem financiou e quem distribuiu esse material, e que os responsáveis sejam punidos na forma mais severa da lei. A democracia comporta divergência, crítica e confronto de ideias. O que ela não pode admitir é covardia, anonimato e ataques contra famílias”, afirmou.