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BRB estuda três alternativas de capitalização
O Banco Central enviou ao BRB um termo no qual exige provisionamento de R$ 2,6 bilhões
atualizado
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O Banco de Brasília (BRB) fará provisionamento de R$ 2,6 bilhões a pedido do Banco Central. A solicitação foi feita por meio de um termo de compromisso assinado pelos gestores do banco estatal no dia 7 de janeiro. O provisionamento seria para cobrir fraude nas carteiras adquiridas pelo BRB junto ao Banco Master, segundo apuração do Metrópoles.
Além do provisionamento, o BRB trabalha com um plano de capitalização. O valor total de perda do banco estatal ainda é analisado por uma auditoria interna contratada pelo BRB. O banco possui ativos da ordem de R$ 80 bilhões.
Nelson Antônio de Souza, que assumiu a instituição com o compromisso de tirar o banco da crise, lidera o plano de capitalização que prevê três alternativas. Uma delas é a criação de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) com imóveis do Governo do Distrito Federal (GDF).
Empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e aporte direto do próprio acionista controlador, o GDF, também são opções em estudo.
Em nota, o banco já havia informado que o governo distrital sinalizou positivamente para essa possibilidade.
Nelson Antônio de Souza tomou posse no cargo de presidente do BRB em novembro de 2025. Ex-presidente da Caixa e com passagem por outras instituições nacionais, Souza chegou ao BRB após a destituição de Paulo Henrique Costa, alvo da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que apura suposta fraude de R$ 12 bilhões.
