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BRB é alvo de restrição e sai da "prateleira" comum da Bolsa de Valores

De acordo com a B3, desde segunda-feira (31/8), as ações do BRB estão submetidas ao procedimento de negociação não contínua

Thomas Fuller/SOPA Images/LightRocket via Getty Images
Imagem de logomarca da Bolsa de Valores do Brasil (B3) exibida em celular - Metrópoles

A B3, a Bolsa de Valores do Brasil, aplicou restrição ao Banco de Brasília (BRB), que agora passa a ter um processo mais complexo para negociação das ações.

De acordo com a B3, desde segunda-feira (31/8), os valores mobiliários do BRB são submetidos à negociação não contínua, em razão da falta de entrega de informações periódicas, como o balanço financeiro de 2025.

Na prática, o BRB sai da “prateleira” comum de negociação de ações na B3. Os papéis agora são submetidos ao procedimento de leilão com fechamento de negócios ao final do pregão.

O Regulamento de Emissores determina que as empresas devem divulgar as informações periódicas ao mercado e dar conhecimento à B3. Segundo a bolsa de valores, o BRB está inadimplente em relação à apresentação dos dados do terceiro trimestre de 2025, de todo o ano passado e do primeiro trimestre de 2026. Também deixou de repassar os dados do Formulário de Referência de 2026.

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Segundo a B3, em caso de descumprimento da regra, a empresa é notificada para apresentação de esclarecimentos em prazo mínimo de 15 dias. Depois de seis meses da notificação, os valores mobiliários da companhia são colocados em regime de negociação não contínua, de forma automática. A restrição poderá ser interrompida se a obrigação for cumprida.