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Aprovada em Harvard dá dicas sobre seleção: “Muitas redações”. Veja vídeo
Ana Beatriz Santa Cruz foi aprovada para estudar com bolsa integral na universidade de Harvard, nos Estados Unidos
atualizado
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Em entrevista ao Metrópoles, a jovem brasiliense Ana Beatriz Araujo Santa Cruz Goyanna, 17 anos, aprovada para estudar neurociência em Harvard (EUA), contou um pouco sobre o processo seletivo da universidade. Segundo Bia, a prova é “bem diferente da feita no Brasil”, com muitas redações, além de entrevista presencial.
“Eu confesso que foi um pouco puxado, muitas vezes não tão saudável. Então, esse ano foram poucas horas de sono, algumas noites eu dormi 3 horas, 4 horas”, contou. A estudante afirmou que apesar da vontade de ser aprovada em Harvard, continuou estudando para os vestibulares brasileiros.
“Eu continuei estudando para o Brasil. Então, eu tinha aula de manhã, à tarde eu tinha que conciliar o tempo de fazer as redações, porque para estudar fora a gente faz muitas redações para as universidades. Também participava dos projetos e eu também fiz cursinho nesse segundo semestre de 16h às 21h”, contou.
Bia ainda disse que o processo seletivo nos Estados Unidos avalia não apenas as notas do estudante, mas também atividades extracurriculares.
“A gente também tem um vestibular, que eles chamam de SAT, que é um vestibular de inglês e matemática que você faz e tem que enviar sua nota. Além disso, tem várias redações específicas sobre a universidade, para você contar sua história. Também tem as atividades extracurriculares. Tem também a parte de premiações, que você manda as premiações que você teve para que a universidade possa ver como você pode contribuir como um todo, tanto na maneira pessoal como de maneira acadêmica”, completou.
Veja a entrevista completa:
Para quem tem o mesmo sonho de Bia, a jovem afirma que o importante é “seguir os sonhos”. “Esse mundo de estudar fora quer saber sobre o que você gosta, qual sua área de impacto, qual a sua paixão. Então, sigam seus sonhos. Essa frase pode soar clichê, mas é isso mesmo”, afirmou.
















