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Após casos de violência, UPAs do DF são monitoradas por câmeras
As unidades de pronto-atendimento (UPAs) do Distrito Federal terão, em média, 40 câmeras de segurança para monitoramento
atualizado
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As unidades de pronto-atendimento (UPAs) do Distrito Federal serão monitoradas com câmeras de segurança. Os equipamentos começaram a ser instalados nesta segunda-feira (16/6).
O DF tem 13 UPAs sob a administração do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). As unidades terão, em média, 40 câmeras a partir deste mês.
“Esse número pode variar de acordo com o layout e as necessidades específicas de cada estrutura. O objetivo é ampliar a segurança e o controle em tempo real dos ambientes”, afirmou o Iges-DF.
A instalação do sistema de monitoramento ocorre após casos de violência. No feriado de 21 de abril, duas mulheres brigaram no chão da UPA de Samambaia após demora no atendimento.
No dia 27 do mesmo mês, pacientes se revoltaram com demora no atendimento na UPA de Ceilândia e depredaram a unidade.
Antes, em fevereiro, um vigilante da UPA de Ceilândia deu tiro de advertência após um paciente jogar dois bloquetes de concreto contra profissionais do local. Segundo informações da unidade, o homem estaria alterado por uso de drogas.
Custo
Segundo o Iges-DF, o monitoramento das UPAs “será realizado por meio de sistema IP, tecnologia que permite vigilância remota e em tempo real, garantindo mais eficiência e agilidade na gestão da segurança das unidades”.
O custo mensal, para cada UPA, será de aproximadamente R$ 13 mil. “Esse valor inclui a instalação dos equipamentos, a operação do sistema, a manutenção e o serviço de monitoramento”, disse o Iges-DF.
O instituto informou que a contratação ocorreu por meio de licitação.






