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Advogado do dono da agência contratada por Vorcaro diz que objetivo “nunca foi atacar BC”. Veja vídeo
O dono da Agência Mithi, Thiago Miranda, prestou depoimento à PF nesta terça-feira (12/5)
atualizado
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O advogado Rafael Martins, que acompanhou o dono da Agência Mithi, Thiago Miranda, em depoimento à Polícia Federal, negou que o objetivo do contrato com influenciadores era “atacar autoridades ou órgãos do Estado”. Ele afirmou que o trabalho consistia na “reconstrução reputacional da imagem” de Daniel Vorcaro.
Miranda prestou esclarecimentos à PF nesta terça-feira (12/5), em inquérito que investiga a disseminação de informações contra Banco Central após liquidação do Master.
“A atuação, nesse caso, se deu no sentido de uma recuperação de imagem. Em momento algum o senhor Thiago e a sua empresa tinham por objetivo atacar autoridades ou órgãos do Estado. Foi declarado e deixado muito claro para a autoridade policial que o senhor Thiago e a sua agência tinham um objetivo de reconstrução reputacional de uma imagem, nada mais do que isso”, declarou o advogado.
Segundo Martins disse à imprensa após o depoimento, a PF quis saber em que consistia e qual o objetivo da relação de Thiago com os influencers contratados para o projeto de Daniel Vorcaro.
O inquérito, que trata das publicações pagas para fortalecer a narrativa do Master, foi instaurado em janeiro de 2026. A suspeita da PF é que tenha havido tentativa de manipulação do fluxo de informações sobre o caso nas redes sociais, a partir da divulgação do conteúdo contrário ao Banco Central e aos diretores no caso Master.
As investigações mapearam ao menos 22 perfis nas redes sociais que foram contratados pela Agência Mithi para o “Projeto DV”, incluindo contas com mais de 20 milhões de seguidores.














