Também nas quartas, o Brasil é o preferido dos apostadores

Para cada euro que o torcedor apostar no Brasil, ele receberá 2,75 euros de prêmio. Na sequencia aparecem França e Argentina

atualizado 08/12/2022 7:01

Jogadores da seleção do Brasil em pose de formação para foto em campo, com arquibancada de estádio ao fundo antes de jogo contra a Sérvia na Copa do Mundo do Catar. Eles usam camisa amarela e short azul - Metrópoles Justin Setterfield/Getty Images

Definidos os duelos das quartas de final, as casas de apostas estão fervilhando e movimentando bilhões de euros, especialmente na Europa. E, apesar dos resultados recentes obtidos por França e Portugal, os apostadores continuam acreditando muito mais na Seleção Brasileira.

Nas casas de apostas, o Brasil lidera nas “odds”. São as cotações em relação à probabilidade dos resultados de um jogo ou um evento, o que resulta numa proporção a ser paga por cada valor investido. Para cada  1 euro que o torcedor apostar no Brasil, ele receberá 2,75 euros de prêmio.

Na sequência, os preferidos dos apostadores são França (pagando 5 euros), Argentina, Inglaterra e Portugal (7 euros), Holanda (15), Croácia e Marrocos (30 euros).

Quanto maior for a “zebra”, maior será a possibilidade de ganho. Desta forma, se por exemplo a Croácia, adversária do Brasil nesta sexta-feira (9/12), for campeã do mundo, o apostador ganhará 30 euros, para cada euro apostado.

E por que o Brasil?

Uma reportagem publicada nesta quarta-feira (712) no jornal As, da Espanha, pode explicar o por quê dessa preferência pela Seleção Brasileira.

“O Brasil nos sacudiu, nos fez mexer nas cadeiras, sentir como os seus fantásticos atacantes são capazes. Voltamos a ser crianças diante da TV, diante daquela camisa amarela tão carismática para jogos como este”, diz o texto.

Parece óbvio que – após a frustrante eliminação da Espanha – a mídia desse país já escolheu o seu preferido. E o jornal ressalva que não vai ser um Brasil com atacantes da estatura do Garrincha, Pelé, Zico, Romário, Ronaldo, Rivaldo, mas, enfim, “é de novo o Brasil”.

“Um Brasil que pode ganhar uma Copa do Mundo… Houve um boom ofensivo nos últimos anos que lembra os de antigamente. Diferente do Brasil que tinha Renato Augusto, Paulinho, Luiz Gustavo, Fernandinho, Emerson e Felipe Melo. Temos de novo os artistas. Aqueles que passam por cima dos rivais como o Brasil fez com a Coreia. Ganhar ou perder. Campeão ou não. Isto é Brasil”, conclui o diário As.

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