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O menino Jesus apagou as estrelas de Neymar, Messi e Mbappé
O Manchester City dominou o PSG, mas só ganhou quando Guardiola colocou em campo o ex-jogador do Palmeiras
atualizado
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Muito diferente do jogo de terça (23/11), entre Barcelona e Benfica, a Champions League nos presenteou nesta quarta com um jogaço. O Manchester City amassou o PSG, ganhou de 2 x 1, mas poderia ter goleado.
O trio Neymar, Messi e Mbappé ainda está longe de encantar. Eu diria que o PSG também está longe de ser um time, apesar de contar com o trio de atacantes mais famoso do mundo.
Impressionante como o City funciona como equipe. O mérito, naturalmente, é de Pep Guardiola. O time dele sabe exatamente o que quer. No primeiro tempo foi uma aula de marcação alta, aquela pressão na saída de bola do adversário. É difícil enfrentar uma equipe tão disciplinada e homogênea.
É difícil até mesmo para super-estrelas como Messi, Neymar e Mbappé. Aliás, quem brilhou mesmo nesse jogo foi Gabriel Jesus, uma figura tão criticada aqui no Brasil. Entrou no segundo tempo quando o PSG estava em vantagem. Participou do empate e fez o gol da virada.
Pep Guardiola tem por Gabriel Jesus uma admiração tão sincera que chega a nos constranger:
“Jesus é uma das razões pelas quais sou treinador. Nos melhores momentos da minha carreira é quando se pode trabalhar com pessoas como ele… Nunca reclama, joga cinco minutos, joga os cinco melhores que consegue. Ele é um jogador importante para nós. Ele merece o melhor na vida porque é tão generoso”, disse certa vez Guardiola.
Hoje o menino Jesus foi o nome do jogo.
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