Fabio Serapião

Chefe de gabinete de presidente da Assembleia do PA é alvo da PF

Fabrício Buarque Correa é um dos alvos da operação da PF e da CGU que mira desvios em contratos de R$ 198 milhões para Saúde e Educação

atualizado

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Divulgação/Polícia Federal (PF)
Imagens coloridas mostram lateral de viatura com distintivo e inscrição da Polícia Federal, além de dois agentes com coletes da corporação à frente do veículo
1 de 1 Imagens coloridas mostram lateral de viatura com distintivo e inscrição da Polícia Federal, além de dois agentes com coletes da corporação à frente do veículo - Foto: Divulgação/Polícia Federal (PF)

O chefe de gabinete do presidente da Assembleia Legislativa do Pará, Fabrício Buarque Correa, é um dos alvos da operação da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) deflagrada na manhã desta terça-feira (2/9). A ação mira desvios na Saúde e Educação no Pará.

Segundo o quadro de pessoal da Assembleia Legislativa do Pará, Correa está lotado desde 2019 no gabinete do deputado estadual Chicão (MDB), que é presidente da Casa. Seu cargo é de consultor especializado.

Como mostrou a coluna, a operação, batizada de Expertise, mirou fraudes em contratos voltados para a Saúde e Educação no Pará que somam R$ 198 milhões. Ao todos, cinco pessoas foram presas.

As ações foram cumpridas na capital, Belém, e na cidade de Marituba. Além das prisões, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, bem como o bloqueio de ativos, afastamento de sigilo bancário e fiscal de 17 investigados, o afastamento de seis servidores públicos e a suspensão, por tempo indeterminado, das atividades econômicas de 4 empresas investigadas.

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Segundo a PF, as investigações mostram a existência de um “modus operandi” que envolve empresários, servidores públicos e empresas de fachada.

O esquema também inclui direcionamento de licitações, adesões irregulares a atas de registro de preços, simulação ou execução parcial de contratos administrativos, repasses de vultosos valores públicos e, posteriormente, saque em espécie e redistribuição desses recursos entre os agentes integrantes da organização.

As ações contaram com a participação de 65 policiais federais e 6 auditores da CGU. Os investigados poderão responder por crimes relacionados à lei de licitações, peculato, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, advocacia administrativa, falsidade ideológica e lavagem de capitais.

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