“Vivendo no off”: o que explica a nova fase de Jojo Todynho
Com 27% dos brasileiros querendo reduzir o tempo online, especialista analisa o recuo das celebridades e a presença mais humanizada na web

A recente declaração da influenciadora Jojo Todynho sobre “viver no off” reacendeu o debate sobre os limites da exposição nas redes sociais e e pode sinalizar mudanças no mercado de influência.
O movimento da famosa acompanha uma tendência que já aparece no comportamento dos usuários. Segundo dados da consultoria Toluna, 27% dos brasileiros pretendem reduzir o uso das redes sociais este ano.

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Ver todasA decisão de se afastar dos holofotes digitais também ganhou outro exemplo recente: Thiago Nigro, marido de Maíra Cardi, comentou sobre a escolha da empresária de reduzir drasticamente sua presença nas redes. Os movimentos levantam uma questão: até que ponto a exposição constante ainda é vantajosa para influenciadores e marcas?
Revisando as estratégias
Para o estrategista de imagem Filipe Brandão, o cenário exige que criadores de conteúdo e marcas revisem suas estratégias, equilibrando a proximidade com o público e a preservação da vida pessoal para evitar o esgotamento e a perda de relevância de mercado.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Com a proximidade proporcionada pelas redes sociais, muitas vezes o público passa a acompanhar detalhes que antes ficavam restritos à vida privada. É importante entender que humanização não significa necessariamente exposição constante. É possível criar conexão, compartilhar histórias e manter uma relação próxima com a audiência sem abrir mão de limites”, explicou.
Impacto na relevância
O Brasil está entre os países que mais dedicam tempo às redes sociais, com usuários passando mais de quatro horas por dia nessas plataformas, segundo dados da Comscore.
Para quem trabalha diretamente com a internet, a necessidade de manter uma presença frequente pode tornar ainda mais importante a organização da rotina de conteúdo.
Para Brandão, fazer uma pausa ou diminuir o ritmo de publicações não precisa ser interpretado como perda de relevância: “A presença digital não precisa acontecer todos os dias. Um planejamento prévio permite que a pessoa escolha melhor quando e como aparecer, preservando sua imagem e evitando que a exposição se torne uma obrigação permanente”, concluiu.




















