
Fábia OliveiraColunas

Vídeo: ex de Carlinhos Mendigo reage após humorista se dizer “refém”
Aline Hauck soltou o verbo no Instagram, após o pai de seu filho dar entrevista a um podcast e desabafar sobre a dívida com pensão do menino
atualizado
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Pouco mais de um ano após ser preso por uma dívida de R$ 246,9 mil de pensão alimentícia de seu filho com Aline Hauck, de 14 anos, Carlinhos Mendigo voltou a tocar no assunto, se disse “refém” das leis e da mãe do menino, e causou uma reação dela.
No Instagram, a ex-bailarina e empresária desabafou: “Eu tava muito nervosa por não poder falar e isso tá me destruindo. Passei por uma depressão, por crise de pânico muito forte. Enfim, quem convive comigo sabe do meu coração, do que eu faço como mãe”, começou, durante uma live.
E completou: “Mas estou com o saco cheio já. Já fui várias vezes em audiência de descumprimento, mas a pessoa não se cansa, só sabe falar desse assunto. Deixa a gente em paz. É só isso que a gente quer, só quero seguir minha vida. Ele atrapalhou tudo na minha vida, trabalho, relacionamento, amizade. Tudo. A pessoa não pode ver a felicidade do outro”, disparou.
Acusação de calúnia
Ainda na rede social, Aline Hauck detonou: “Como tem gente burra, né? Prega uma coisa nas redes sociais pra pegar ingênuo, pra não dizer outra coisa, e na primeira oportunidade mostra o quão ruim é (…). Eu cansei de ficar calada, cansei de apanhar e não me defender, cansei de esperar o melhor das pessoas e ver que no final só damos aquilo que somos”, afirmou, antes de completar:
“Eu sempre escolhi me defender na Justiça, mas mesmo vendo que a lei estava sendo executada como precisava ser, eu ainda quando vejo esse ser abrindo a boca para mentir e caluniar, me sinto desamparada!”, declarou.
Reclamou da exposição
Na publicação, a ex de Carlinhos Mendigo falou sobre as entrevistas do humorista: “Eu e meu filho somos expostos todas as vezes que esse ser abre a boca. Ele não tem vergonha de falar mentiras e de colocar um alvo nas costas de uma criança que não merece passar por essa exposição”, observou.
E pontuou: “Isso não é amor, nunca foi e nunca será. Isso é vergonhoso, desnecessário e calunioso! Até quando, para alguém se sentir no auge ou se sentir alguém, precisa pisar nos outros? Merecedor de pena!”, escreveu.
Sentimento de culpa
Logo depois, Aline Hauck desabafou: “Meu coração de mãe está, de novo, despedaçado, pois achei que, pela primeira vez, esse ser ia fazer seu papel, mas me enganei! Vejo a decepção e tristeza nos olhos do meu filho. Já me culpei por ter deixado ele entrar na minha vida. Porém, depois de muita terapia, entendi que a culpa não é minha. As atitudes, caráter e decisões do outro não são minha culpa!”, assumiu.
No fim, ela analisou: “Mas é triste demais ver tudo isso acontecer, engolir e seguir. Ainda ser suporte emocional para um filho, mesmo despedaçada por dentro! Me esquece, me deixa em paz! Obrigada pelo apoio! Não vou dar ibope pra louco! Amanhã meus advogados tomarão as medidas cabíveis!! Mais uma vez, vou engolir meu choro e raiva pra poder cuidar dos meus filhos aqui em casa e dar a eles o suporte necessário. Sou eu por eles e eles por mim”, encerrou.
Como a treta começou
Em uma entrevista recente, Carlinhos Mendigo recordou o processo: “Voltei pra favela, voltei a comer meu arrozinho com feijão e dormir no colchãozinho no chão e tá tudo certo. Porque é a minha verdade. Ou você fica refém dessas leis bostas aí e da mulher, fazendo tudo o que eles querem, ou você fala ‘vou defender a minha verdade até o final'”, disse.
Em seguida, ele comentou: “Eu morava num puta ap, uma vida legal. Perdi tudo por ego, orgulho e vaidade de uma pessoa x. Arrumei um comprador pra ‘queimar’ o apartamento. [Falei] ‘eu compro o apartamento no nome do meu filho e ainda sobra uma graninha pra eu ir…’. Cagou. Por isso eu falo ‘cadê um juiz essa hora pra dar uma canetada?'”, questionou.
Ainda no bate-papo, o humorista disparou: “Eu já tinha sentido a maldade. Então, falei ‘perco tudo, mas não perco minha honra e você não pega um centavo’. Comecei a trabalhar com 8 anos de idade no orfanato. A gente aprendeu a ser homem, apanhando. Pra quê? Pra ser refém dessas leis do cacete e de mulher mal-intencionada? Nem ferrando”, encerrou.












