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Shopping contesta ação de Rayane Figliuzzi e a acusa de agir de má-fé
A coluna descobriu, com exclusividade, novidades no processo movido pela namorada de Belo contra um shopping do Rio
atualizado
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A coluna Fábia Oliveira descobriu que uma briga judicial entre um shopping da Zona Norte do Rio de Janeiro e Rayane Figliuzzi ganhou novos contornos. Em manifestação recente, a empresa ré questionou a famosa e colocou em dúvida sua narrativa.
Entenda o caso
Em outubro de 2025, a namorada de Belo acionou o Shopping Nova América após ser assaltada em seu estacionamento. No episódio, ocorrido em janeiro do mesmo ano, Rayane Figliuzzi foi abordada por dois homens armados, que roubaram sua BMW e itens pessoais que estavam no interior do veículo.
O automóvel foi recuperado posteriormente com danos e sem os bens presentes. Ela pediu, na Justiça, danos morais e materiais que somam cerca de R$ 70 mil.
Novidades no caso
Em janeiro deste ano, o Condomínio Nova América apresentou sua contestação à Justiça. De início, sustentou que Rayane Figliuzzi não tem legitimidade para mover a ação, considerando que grande parte dos itens roubados estão no nome de Belo e não no dela.
A empresa questiona a veracidade do relato da famosa e diz não ser crível que ela mantivesse no interior do carro todos os itens de luxo que afirmou ter perdido. Na lista encaminhada ao shopping, Rayane indicou que 96 itens foram subtraídos junto do veículo, somando um prejuízo de R$ 105 mil. No carro estariam dois notebooks, um tablet, um iphone, dinheiro, documentos e até 100g de um megahair brasileiro.
A empresa afirma que a namorada de Belo foi imprudente e criou uma situação de risco desnecessário e desproporcional. Ela diz que não pode ser condenada a indenizar a famosa quando ela própria não foi cuidadosa com seus pertences e contribuiu para o dano.
O shopping insiste que a versão de Rayane Figliuzzi é inconsistente, sem nexo e afirma se tratar de uma estratégia para receber uma indenização indevida. Vixe!
A ré afirma que, em último caso, deve pagar somente cerca de R$ 14 mil à autora, sendo esse o valor referente aos itens cujas notas fiscais foram apresentadas em nome de Rayane.












