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Fábia Oliveira

Saulo Poncio reage após pai falar sobre ser pastor e fabricar cigarros

Em um vídeo, o religioso explicou sua trajetória profissional, detalhando as escolhas que o levaram a construir sua carreira; filho reagiu

18/03/2026 13:55
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Reprodução/Instagram
Foto colorida de Saulo Poncio - Metrópoles

Saulo Poncio reagiu após o pai, Márcio Poncio, responder a um questionamento frequente de seguidores: se acha correto um pastor ter uma fábrica de cigarros. Em um vídeo, o religioso explicou sua trajetória profissional, detalhando as escolhas que o levaram a construir sua carreira.

Nos comentários da postagem, Saulo comento emojis de aplausos e foi retribuído pelo pai com emojis de coração.

Entenda!

Em uma publicação nas redes sociais, Márcio Poncio rebateu críticas por ser pastor e, ao mesmo tempo, dono de uma indústria de cigarros.

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4 imagens
Márcio Poncio posa para as redes sociais
Saulo Poncio
Sarah Poncio
Pr. Márcio Poncio.
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Pr. Márcio Poncio.

Reprodução/Redes sociais.
Márcio Poncio posa para as redes sociais
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Márcio Poncio posa para as redes sociais

Instagram/Reprodução
Saulo Poncio
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Saulo Poncio

Reprodução/Instagram
Sarah Poncio
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Sarah Poncio

Reprodução/Instagram.

“Fiz 18 anos, precisava trabalhar, fiz uma corrente ali em busca do meu primeiro emprego. Ao término dessa campanha, já tinha mandado muitos currículos para muitas empresas, e o retorno que eu recebi foi um convite de uma fábrica de cigarro”, contou ele.

Segundo o pai de Sarah e Saulo Poncio, ele procurou por orientação antes de aceitar o emprego. “Rapidamente procurei o meu pastor. O meu pastor, que era a minha maior autoridade, me orientou que se a empresa fosse legalizada, tivesse constituída, carteira assinada, cumprisse ali todos os trâmites legais, que eu poderia aceitar a proposta de emprego tranquilamente, que eu não estaria incorrendo em erro nenhum”, explicou.

Com o passar dos anos, Márcio Poncio passou por diferentes funções até que abriu sua própria indústria. “Foi o que eu fiz: aceitei aquela oportunidade de trabalho e fui avançando aos poucos. Comecei como operário, depois fui motorista, passei para vendas, me tornei vendedor, supervisor e depois gerente de vendas”, afirmou.

Ele continuou: “Mais tarde, abri a minha própria distribuidora e trabalhei muitos anos nela até conseguir estabelecer a nossa própria indústria, a Crive Tabacos, que está no nome da nossa família. Hoje, geramos mais de mil empregos diretos e indiretos. E é isso, espero ter ajudado”.

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