
Fábia OliveiraColunas

Saiba por onde anda irmão de Suzane em meio a disputa por herança
Andreas von Richthofen tem ignorado a briga judicial envolvendo a irmã, Suzane von Richthofen, e a prima, Silvia Gonzalez Magnani
atualizado
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Em meia à briga judicial por uma herança milionária envolvendo Suzane von Richthofen e a prima, Silvia Gonzalez Magnani, uma figura tem ficado longe dos holofotes: Andreas von Richthofen, irmão mais novo da mulher condenada a 39 anos de prisão por mandar matar os próprios pais.
Isolado
Na última terça-feira (3/2), a coluna Fabia Oliveira já contou que Andreas não demonstrou interesse em participar do processo envolvendo a herança do tio, o médico aposentado Miguel Abdalla Netto, encontrado morto no dia 9 de janeiro em São Paulo aos 76 anos. A fortuna é estimada em R$5 milhões.
Mas, afinal, por onde anda Andreas, de 38 anos, em meio à nova polêmica protagonizada pela irmã? Ele se mantém afastado de tudo e de todos, vivendo numa chácara e levando uma vida muito simples na cidade de São Roque, localizada no interior de São Paulo.
O imóvel no qual Andreas vive hoje foi herdado após a morte dos pais, Manfred e Marísia, em 2002. Na época do crime, encomendado por Suzane, o irmão mais novo tinha apenas 15 anos. A residência, localizada na área rural de São Roque, no entanto, está tomada de mato e parece abandonada.
A coluna apurou que o irmão de Suzane von Richthofen chegou a se matricular em uma faculdade de psicologia. Na graduação, segundo fontes, ele vivia isolado dos demais alunos e não interagia com os demais estudantes. Não há informações, no entanto, se ele deu continuidade aos estudos ou abandonou as aulas.
Herança
Recentemente, a Justiça de São Paulo decidiu que Suzane será a inventariante do espólio do tio, assumindo assim o controle dos bens e da fortuna do médico. A nomeação ocorreu poucos dias depois de Suzane ter sido acusada de furto pela prima, Silvia Gonzalez Magnani.
Silvia, que afirmou ter mantido um longo relacionamento com Miguel, briga para que ela fosse a inventariante. Ela chegou a denunciar que itens teriam sido retirados sem autorização da casa de Miguel após a morte dele por Suzane.
Em sua decisão, a juíza Vanessa Vaitekunas Zapater, da 1ª Vara da Família e Sucessões do Foro Regional II de Santo Amaro, favoreceu Suzane e disse que Silvia não teria preferência sucessória por ser parente colateral de quarto grau do médico aposentado.











