Rachel Sheherazade é processada e desmentida após expor motorista nas redes
A ação foi ajuizada por um motorista de aplicativo, em setembro, e envolve fatos já levados ao conhecimento do público
08/10/2026 08:00

A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que Rachel Sheherazade tornou-se alvo de um processo judicial iniciado no dia 16 de setembro. A ação foi ajuizada por um motorista de aplicativo e envolve fatos já levados ao conhecimento do público.
Ricardo de Assis Barbosa acionou a famosa após a mesma publicar vídeos expondo-o em seu Instagram. Nas gravações, a jornalista mencionou o nome do autor e relatou ter sido expulsa de seu carro e “abandonada” em uma rua deserta. Ela o chamou de “covarde, ameaçador, irresponsável e grosseiro”.

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O motorista, contudo, apresentou outra versão sobre os fatos. Ele afirmou que Rachel foi rude após ele negar seu pedido de alteração da estação de rádio. Ele garantiu que a negativa foi educada e que teria proposto desligar o aparelho para que nenhuma das partes ficasse contrariada.
Ricardo contou que Rachel Sheherazade passou a fazer comentários depreciativos sobre a UBER e seus respectivos motoristas. Ela teria dito “é por isso que vai morrer sendo Uber” e “eu posso acabar com sua vida”, em menção à sua fama e rede de seguidores.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO autor da ação negou ter deixado a famosa em local perigoso. Segundo ele, Sheherazade foi deixada em local seguro, de intensa iluminação e movimento, amplamente monitorado por câmeras e próximo a uma oficina de veículos de luxo.
Prejuízos e danos
Ricardo expôs que os vídeos atingiram sua honra pessoal e prejudicaram sua reputação profissional. Ele destacou que a jornalista pediu que o mesmo fosse banido da plataforma e instruiu seus seguidores a evita-lo, expondo seu nome e a placa de seu carro. O autor afirmou que as acusações de Rachel Sheherazade foram progressivamente agravadas, retratando-o, injustamente, como um homem agressivo e perigoso.
Ricardo revelou existir uma gravação da polêmica corrida. O clipe, de cerca de 6 minutos, estaria em posse da Uber, e foi considerado de “extraordinária relevância”. Por isso, ele pede uma liminar para determinar que a empresa preserve o material e o envie imediatamente ao juízo.
Pedidos
Na ação, o autor pede que Rachel Sheherazade seja condenada a retirar os vídeos de seu perfil e se abster de republicá-los. Ele pleiteia uma indenização por danos morais de, no mínimo, R$ 60 mil.
Por fim, o motorista pede que a jornalista seja condenada a realizar uma retratação pública em suas redes sociais.
















