
Fábia OliveiraColunas

Quem era Titina Medeiros, atriz da Globo que morreu aos 48 anos
A artista, que conquistou o grande público ao viver Socorro em Cheias de Charme (2012), morreu neste domingo (11/1)
atualizado
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Morreu neste domingo (11/1), aos 48 anos, a atriz Titina Medeiros. A artista, que conquistou o grande público ao viver Socorro, a fiel escudeira da personagem Chayene (Claudia Abreu), na novela Cheias de Charme (2012), enfrentava um câncer e realizava tratamento há pelo menos seis meses.
Casada com o ator César Ferrario, Titina construiu uma carreira sólida e respeitada no teatro, na televisão e no audiovisual brasileiro, com forte ligação com a cena cultural do Rio Grande do Norte. Natural de Currais Novos, no sertão potiguar, Titina mudou-se ainda adolescente com a família para Natal. Foi na capital que teve os primeiros contatos com o teatro e decidiu seguir a carreira artística.
Desde o início dos anos 1990, participou de dezenas de espetáculos, além de trabalhos em bandas de música, grupos de teatro, curtas-metragens, séries de humor e projetos experimentais.
Reconhecida por sua versatilidade e presença cênica, integrou importantes grupos teatrais, como o Carmin e o Clowns de Shakespeare. Também era idealizadora e gestora da Casa de Zoé, produtora criada para viabilizar seus próprios projetos artísticos e fortalecer a produção cultural independente.
Na televisão, conquistou o grande público ao viver Socorro, a fiel escudeira da personagem Chayene (Claudia Abreu), na novela Cheias de Charme (2012), papel que se tornou um dos mais lembrados de sua carreira. Mais recentemente, esteve no elenco de No Rancho Fundo (2024), também na Globo. A atriz participou ainda de produções como Geração Brasil, A Lei do Amor, Mar do Sertão e da série Onde Nascem os Fortes.
No audiovisual, destacou-se em projetos como a série Chão de Estrelas, exibida no Canal Brasil, e o sitcom Os Roni, do Multishow. No teatro, acumulou montagens marcantes, entre elas Meu Seridó, Dois Amores y Um Bicho, Hamlet, Sua Incelença, Ricardo III, Muito Barulho por Quase Nada e Pobres de Marré.







