Quem era Jennifer Finch, da banda L7, que morreu aos 59 anos
A baixista divulgou o diagnóstico de câncer cerebral agressivo na última segunda-feira (13/7). Ela morreu no sábado (18/7)

Os fãs da banda L7 foram pegos de surpresa, no sábado (18/7), com a notícia da morte de Jennifer Finch, aos 59 anos. A baixista havia divulgado o diagnóstico de câncer cerebral agressivo na última segunda-feira (13/7).
Mas quem era ela? A artista integrou a formação mais famosa da banda, que foi criada na década de 1980, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e se tornou uma referência quando o assunto é rock alternativo e movimento grunge dos anos 1990.

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Um dos trabalhos mais importantes dos músicos foi o álbum Bricks Are Heavy (1992). Após uma termporada fora do grupo, ela retornou aos trabalhos em 2014, durante uma reunião dos membros.
Em 2019, a banda L7 lançou Scatter the Rats, seu primeiro álbum de estúdio desde Slap-Happy, de 1999. No ano passado, o L7 fez diversos shows pelo Brasil ao lado do Garbage.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA notícia da morte
Apenas cinco dias após revelar aos fãs que estava tratando um câncer cerebral agressivo, Jennifer Finch, baixista da banda L7, morreu aos 59 anos nesse sábado (18/7). A informação foi divulgada no Instagram da artista.
“Estamos devastados em anunciar a morte de nossa parceira, irmã, filha e amiga. O impacto de Jennifer no mundo da música foi sísmico. O impacto dela em nossas vidas, ainda mais”, disse a nota de pesar.
Os integrantes da banda L7 também anunciam a morte da colega e revelaram que a luta da baixista contra o câncer cerebral foi longa e corajosa.
O grupo de rock estadunidense foi formado em 1985 por Donita Sparks e Suzi Gardner em Los Angeles. Posteriormente se juntaram ao grupo Jennifer Finch e Demetra Plakas.
Diagnóstico de câncer cerebral
Jennifer revelou o diagnóstico na última segunda-feira (13/7), ao criar uma vaquinha on-line para doações que envolviam o tratamento médico da artista.
O relato informava que a baixista já havia passado por múltiplas cirurgias e complicações graves, necessitando, inclusive, de cuidados médicos extensivos, reabilitação e suporte profissional em casa.

















