Prints: veja os perfis acusados por Amanda Kimberlly de ataques a Helena
A modelo, que é mãe da terceira filha de Neymar, usou os stories do Instagram, nesta quinta-feira (8/10), para denunciar o caso
08/10/2026 11:05

Amanda Kimberlly resolveu denunciar três perfis do X, antigo Twitter, que estão proferindo ataques contra Helena, de 2 anos, sua filha com Neymar. A modelo usou os stories do Instagram, nesta quinta-feira (8/10), para detalhar o caso e contar que registrou um boletim de ocorrência.
“Há dois dias venho recebendo mensagens de seguidores a respeito de três contas no X que vêm direcionando ataques à minha filha. O primeiro passo já foi dado: registramos um Boletim de Ocorrência e, na sequência, foi feito um pedido formal à plataforma para a preservação e o fornecimento dos dados necessários à identificação dos responsáveis, ainda que essas contas venham a ser removidas”, começou.

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Ainda na publicação, ela garantiu: “É importante deixar claro que, uma vez identificados os responsáveis, cada um responderá pelos próprios atos, dentro do que determina a legislação. No caso de menores de idade, seus responsáveis legais poderão ser chamados a responder, conforme cabível”, alertou.
Em seguida, Amanda Kimberlly desabafou: “Como mãe, é difícil colocar em palavras a tristeza e a indignação de ler determinadas coisas sendo escritas sobre minha filha, especialmente quando partem de pessoas que sequer fazem parte da nossa realidade“, disse, antes de completar:
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“E, inevitavelmente, também me faz pensar sobre o ambiente e os valores que podem levar alguém a alimentar tamanho ódio e direcioná-lo a uma criança”, lamentou.
Sem tolerância
Logo depois, a modelo apontou: “Eu já disse isso inúmeras vezes: não gostar de mim é um direito de qualquer pessoa. Discordar de mim, me criticar e até não simpatizar comigo faz parte da vida pública e eu sei lidar com isso. O que não é aceitável e não será tolerado é transformar qualquer sentimento pessoal em ataques direcionados à minha filha“, declarou.
Após expor os perfis, ela pontuou: “Nos últimos meses, escolhi falar menos sobre esse assunto. Mas silêncio nunca significou inércia. Pelo contrário. Percebemos que, quanto mais atenção damos a determinados perfis, mais eles se sentem importantes, alimentando justamente o comportamento que pretendemos combater. Por isso, decidimos agir de maneira consciente e responsável: estamos preservando provas, reunindo informações e tomando as medidas cabíveis, sem transformar cada novo ataque em espetáculo”, escreveu.
Documentos para provar
Amanda Kimberlly aproveitou para contar: “Tudo está sendo documentado e encaminhado pelos meios adequados. Algumas pessoas, inclusive, já foram formalmente notificadas. Não tenho interesse em alimentar exposição, brigas ou tribunais virtuais. Tenho interesse em proteger minha filha e fazer com que aqueles que ultrapassarem os limites da liberdade de expressão respondam por seus atos na esfera adequada“, garantiu.
Na sequência, a modelo relatou: “No momento certo, cada situação será tratada de acordo com a lei e com a responsabilidade que lhe cabe. Como mãe, esse é o meu papel: proteger, agir e não permitir que a internet seja tratada como um território sem consequências”, publicou.
E continuou seu desabafo: “E quero deixar uma coisa muito clara: não existe ‘lado certo’ quando o assunto é atacar uma criança. Eu não aceito ataques contra a minha filha e também não aceito ataques contra qualquer outra criança, independentemente de quem esteja fazendo ou de qual seja a justificativa utilizada”, afirmou.
Sem diferença entre os perfis
Ainda na publicação, ela ressaltou: “Inclusive, perfis que dizem gostar ou defender a Helena, mas que utilizam os mesmos métodos de ataque, exposição, ofensas ou perseguição contra outras crianças, serão tratados da mesma forma. Não haverá dois pesos e duas medidas”, disparou.
No fim, Amanda Kimberlly observou: “As situações serão documentadas e, quando necessário, encaminhadas para que as medidas cabíveis sejam tomadas. Defender alguém não dá a ninguém o direito de ferir outra criança. Não se combate o mal com o mal”, encerrou.






















