Fábia Oliveira

Passar horas em um avião, como Virginia, pode fazer mal à saúde

Virginia Fonseca tem enfrentado longos períodos de voo para encontrar Vini Jr.; saiba quais riscos isso pode desencadear na saúde

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1 de 1 Foto colorida de Virginia Fonseca - Metrópoles - Foto: Reprodução/Instagram

A influenciadora Virginia Fonseca tem enfrentado uma longa rotina de viagens entre Brasil e Espanha, na Europa, para se encontrar com o jogador Vinicius Jr., do Real Madrid. De acordo com especialistas, no entanto, o hábito de passar longos períodos em voos intercontinentais pode desencadear uma série de problemas físicos e mentais.

Riscos à saúde

Entre esses problemas, alterações no sono e no metabolismo, dores crônicas e complicações vasculares estão entre as mais comuns. De acordo com o médico vascular André Américo, passar longos períodos dentro de um avião favorece a formação de coágulos nas pernas, especialmente em pessoas predispostas.

“Ficar muito tempo imóvel aumenta o risco de trombose venosa profunda, além de causar inchaço e desconforto nas pernas. O ar seco da cabine também desidrata o organismo e eleva o risco de mal-estar”, afirmou. Uma dica aos passageiros, segundo o especialista, é se levantar e caminhar a cada poucas horas, mantendo a hidratação e roupas confortáveis.

Já o neurocientista André Leão, especialista em dor crônica, alertou para outro perigo pouco falado: o impacto das viagens repetidas no sistema nervoso. “Viajar com frequência de avião pode, em alguns casos, se tornar um gatilho para o desenvolvimento de dor crônica”, afirmou.

“Isso ocorre porque o corpo é submetido repetidamente a condições que favorecem processos inflamatórios e alterações na forma como o cérebro interpreta o estímulo doloroso. A postura prolongada, a restrição de movimento e o acúmulo de tensão muscular criam um cenário propício para a chamada sensibilização central, quando o sistema nervoso passa a responder de forma exagerada a estímulos que antes não causariam dor”, reforçou.
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Virginia Fonseca e Vini Jr.
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Vini Jr. e Virginia Fonseca
Virginia e Vini Jr.
Netinho, irmão de Vini Jr., ao lado de Virginia e das filhas dela
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Ritmo biológico

Do ponto de vista metabólico, a nutricionista funcional Giovanna Baleeiro, completou que as constantes mudanças de fuso horário podem afetar o ritmo biológico e hormonal. “O corpo perde a referência do dia e da noite, o que altera o apetite, causa retenção de líquidos e aumenta a inflamação”, explicou.

De acordo com a especialista, é importante que quem viaja muito de avião para outros países invista em uma alimentação anti-inflamatória e antioxidante, rica em vegetais, frutas e boas fontes de gordura, além de evitar alimentos ultraprocessados e inflamatórios, como glúten e laticínios.

Efeitos no sono

Nem mesmo o sono do passageiro escapa dos problemas. O especialista em medicina do sono e professor da UFRJ, Gleison Guimarães, comentou que atravessar fusos horários frequentemente provoca um conflito entre o relógio biológico e o relógio social.

“Quando uma pessoa viaja com frequência entre o Brasil e a Europa, por exemplo, há uma desorganização no ciclo de sono e vigília. O corpo precisa adiantar seu ritmo circadiano, e isso aumenta o risco de distúrbios do sono, déficit cognitivo, alterações metabólicas e até impacto cardiovascular”, afirmou.

Por fim, a alergista e imunologista Brianna Nicoletti completou que o ambiente seco e pressurizado das cabines afeta diretamente a imunidade e a saúde respiratória. “A umidade dentro do avião é muito baixa, o que resseca a mucosa nasal e facilita a entrada de vírus e bactérias. Em pessoas com rinite ou sinusite, é comum que os sintomas piorem após o voo. Além disso, o jet lag e o sono irregular reduzem a atividade imunológica, tornando o organismo mais vulnerável a infecções.

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