Matheus e Kauan se pronunciam sobre ex-empresários citados em megaoperação
Lucas e Pablo Linhares Borges, fundadores e administradores da PLL Inovação, tiveram relação profissional com a dupla sertaneja

A PLL Inovação, empresa citada na Operação Frankmobile, é comandada pelos irmãos Lucas e Pablo Linhares Borges, e a coluna Fábia Oliveira descobriu que os dois são ex-empresários da dupla sertaneja Matheus e Kauan. Os irmãos aparecem como fundadores e administradores da estrutura empresarial ligada à companhia, que entrou no radar do Ministério Público de São Paulo durante a investigação sobre um esquema de furto, roubo e receptação de celulares.
Procurada pela coluna, a assessoria dos cantores se manifestou sobre o caso e fez questão de esclarecer que a dupla não tem qualquer relação com os fatos investigados.

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Antes de estarem à frente das empresas citadas na investigação, Lucas e Pablo tiveram uma relação profissional com Matheus & Kauan. Os dois foram empresários da dupla sertaneja. Procurada pela coluna, a assessoria dos artistas afirmou que os irmãos foram parceiros comerciais dos cantores, mas que atualmente existe um processo judicial entre as partes.
Sobre a operação Frankmobile, a equipe afirmou que não possui acesso aos autos ou à investigação e ressaltou que Matheus e Kauan não têm qualquer participação nos fatos apurados.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Em relação a essa operação, o que sabemos é exclusivamente o que vem sendo divulgado publicamente pela imprensa sobre a investigação e sobre empresas ligadas a eles. Nós não temos acesso aos autos, à investigação ou a qualquer informação privilegiada sobre o caso. Obviamente ficamos bastante assustados com a dimensão do que foi noticiado. Mas, justamente por não termos acesso à investigação, não podemos afirmar qual seria o grau de eventual envolvimento ou responsabilidade de cada pessoa ou empresa citada. Isso cabe às autoridades esclarecerem. O mais importante é deixar claro que essa investigação não diz respeito a Matheus & Kauan e não temos qualquer participação nos fatos investigados”, disse a assessoria de Matheus e Kauan.
O que diz a PLL
A PLL Inovação também já havia se manifestado publicamente após ser associada à investigação. Em nota enviada à imprensa na ocasião, a empresa negou participação em qualquer ato ilícito e explicou que os valores mencionados no relatório não representariam faturamento ou receita.
“A PLL Inovação esclarece que não praticou nem participou de qualquer ato ilícito. Há mais de 20 anos, a empresa presta serviços especializados para algumas das maiores seguradoras do país, além de operadoras e fabricantes. Sua atuação sempre foi pautada pela ética, pela transparência e pelo rigoroso cumprimento da legislação e das normas de governança e conformidade aplicáveis às suas atividades. Os valores mencionados na investigação não representam faturamento ou receita da companhia. Eles decorrem de registros fiscais relacionados à remessa e ao retorno de aparelhos recebidos para diagnóstico, reparo e posterior devolução”, diz o comunicado.
















