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Fábia Oliveira

Leiloeiro se pronuncia após polêmica com mansão de Ana Hickmann

Em nota, a Biasi Leilões negou qualquer irregularidade e reiterou o compromisso com a Justiça; caso envolve mansão em Itu da apresentadora

27/02/2026 12:37
Reprodução/Instagram @ahickmann
Foto colorida de Ana Hickmann - Metrópoles

Após a polêmica envolvendo o leilão da mansão de Ana Hickmann, em Itu, interior de São Paulo, o leiloeiro Eduardo Consentino, da Biasi Leilões, decidiu se manifestar. Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira, ele afirmou que todos os atos seguiram rigorosamente as determinações judiciais e negou qualquer irregularidade no procedimento.

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Ana Hickmann vestindo um casaco marrom
Ana Hickmann
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Ana Hickmann posa de biquíni sorrindo em selfie
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Ana Hickmann posa de biquíni sorrindo em selfie

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Como já revelado aqui, no dia 19 de fevereiro, a apresentadora apresentou à Justiça uma manifestação pedindo a suspensão do procedimento e questionou a atuação do leiloeiro, alegando pressa injustificada e tentativa de vistoria com base em uma suposta ordem judicial inexistente. O leilão acabou sendo suspenso por decisão liminar.

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“A Biasi Leilões reforça que todas as providências adotadas seguiram estritamente o rito processual e estão devidamente documentadas nos autos, não havendo qualquer conduta irregular ou precipitada. A empresa e o leiloeiro Eduardo Consentino reiteram seu compromisso com a legalidade, a transparência e o fiel cumprimento das determinações judiciais”, diz o texto.

Leia a nota na íntegra:

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“A Biasi Leilões esclarece que o leilão judicial do imóvel vinculado à apresentadora Ana Hickmann foi regularmente autorizado por decisão proferida nos autos do processo nº 1031214-46.2024.8.26.0100, em trâmite perante a 44ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de São Paulo do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

A decisão nomeou formalmente o leiloeiro Eduardo Consentino e determinou o cumprimento dos artigos 886 a 903 do Código de Processo Civil, além das normas da Corregedoria Geral da Justiça. O despacho também autorizou expressamente o ingresso da equipe do leiloeiro no imóvel para registro fotográfico e organização das visitas, servindo como ordem judicial para tal finalidade.

Em cumprimento ao que foi determinado pelo Juízo, o condomínio foi formalmente comunicado sobre a vistoria, tendo inicialmente autorizado o acesso por e-mail, documento devidamente protocolado nos autos. Posteriormente, houve desautorização, igualmente juntada ao processo. A data de 9 de março, às 15h, foi então indicada para a realização da vistoria, com a informação de que a executada acompanharia a visita.

A Biasi Leilões reforça que todas as providências adotadas seguiram estritamente o rito processual e estão devidamente documentadas nos autos, não havendo qualquer conduta irregular ou precipitada.

A empresa e o leiloeiro Eduardo Consentino reiteram seu compromisso com a legalidade, a transparência e o fiel cumprimento das determinações judiciais, permanecendo à disposição para esclarecimentos técnicos à imprensa”.

Entenda o caso

A 44ª Vara Cível do Foro Central do Estado de São Paulo determinou o leilão da mansão onde Ana Hickmann e Alexandre Correa viviam, em Itu. O imóvel, avaliado em R$ 35 milhões, seria levado à hasta pública para quitar uma suposta dívida superior a R$ 900 mil, em ação movida por Danielle Murayama Fujisaki contra a empresa Hickmann Serviços Ltda.

Como a coluna revelou, Ana Hickmann apresentou embargos para tentar anular o leilão. A apresentadora sustenta que, como coproprietária do imóvel, não teria sido intimada da penhora, o que violaria exigência legal. Ela também afirma que a mansão está em alienação fiduciária ao Banco Daycoval, o que impediria que o bem fosse utilizado como garantia da dívida.

A defesa da comunicadora ainda classificou o caso como “excesso de garantias”, argumentando que um imóvel milionário estaria sendo usado para assegurar uma dívida de valor significativamente inferior.

Leiloeiro se pronuncia após polêmica com mansão de Ana Hickmann