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Justiça torna Rayane Figliuzzi ré por prática criminosa
A coluna descobriu, com exclusividade, que a namorada de Belo foi denunciada pelo Ministério Público
atualizado
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A coluna Fábia Oliveira descobriu que Rayane Figliuzzi, namorada de Belo, foi denunciada por prática criminosa após ter sua clínica de estética e bronzeamento interditada durante uma operação no Rio de Janeiro em dezembro do ano passado.
A empresária e uma esteticista foram denunciadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pela prática de crime contra as relações de consumo por vender, expor à venda, ter em depósito ou entregar matéria-prima/mercadoria imprópria para consumo.
O delito tem pena de detenção de 2 a 5 anos, ou multa. A pena pode ser reduzida, considerando o entendimento da promotora de que a conduta foi culposa.
Na denúncia, o Ministério Público aponta que foram encontrados produtos usados e mal acondicionados no depósito da clínica. Havia, também, frascos e equipamentos sem identificação e material infectante sem o descarte adequado.
A ação que levou à interdição uniu esforços da Delegacia do Consumidor (Decon) e a Vigilância Sanitária após denúncias de clientes do empreendimento.
Recebimento da denúncia
No dia 8 de janeiro, o juiz da 2ª Vara Criminal de Jacarepaguá recebeu a denúncia oferecida pelo MPRJ contra a namorada de Belo e a esteticista.
A decisão significa que Rayane Figliuzzi e a profissional deixam de ser investigadas e se tornam rés. O recebimento dá início à ação penal e a Justiça já abriu prazos para continuidade do processo.
O que diz a defesa de Rayane Figliuzzi
Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira, a defesa da namorada de Belo afirmou que a clínica “estava fechada e sem funcionamento havia meses”. Além disso, “as atividades da clínica foram encerradas no mesmo período em que Rayane participava de um reality show, sem qualquer atuação ou gestão sobre o espaço naquele momento”.
Ainda segundo a defesa, Rayane desconhece a origem do material e reforça que “nunca colocou à venda nem autorizou a comercialização de produtos ou serviços inadequados ao consumo público”.
Leia abaixo:
“A defesa de Rayane Figliuzzi esclarece que o local citado estava fechado e sem funcionamento havia meses. Segundo a equipe jurídica, as atividades da clínica foram encerradas no mesmo período em que Rayane participava de um reality show, sem qualquer atuação ou gestão sobre o espaço naquele momento.
Sobre os produtos mencionados pelo Ministério Público, Rayane afirma desconhecer a origem do material e reforça que nunca colocou à venda nem autorizou a comercialização de produtos ou serviços inadequados ao consumo público”.









