
Fábia OliveiraColunas

Justiça autoriza o bloqueio de bens e documentos de Hytalo Santos
O Tribunal de Justiça da Paraíba autorizou o bloqueio de valores pertencentes a Hytalo Santos pelo não pagamento de mansão; entenda
atualizado
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O Tribunal de Justiça da Paraíba autorizou o bloqueio de aproximadamente R$ 3,8 milhões do influenciador Hytalo Santos, preso na semana passada. O youtuber é acusado do não pagamento de uma mansão em João Pessoa. Além disso, documentos como passaporte e a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) do paraibano também foram bloqueados.
Decisão
Em sua decisão, o juiz José Herbert Luna Lisboa afirma que Hytalo Santos não pagou nenhuma parcela da mansão em que residia. O imóvel, que pertencia a um empresário local, fica localizado no bairro do Portal do Sol. As informações são do Portal T5.
Com isso, houve a necessidade de bloqueio do valor acordado pela compra, além de uma multa de 20%. O magistrado também autorizou a inclusão do nome do influenciador no Serasajud, que serve para facilitar a tramitação dos ofícios entre os tribunais e a Serasa Experian.
Vale lembrar que o influenciador Hytalo Santos e seu marido, Israel Natã Vicente, foram presos em 15 de agosto de 2025 em Carapicuíba, na Grande São Paulo. A prisão preventiva foi solicitada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e executada pela Polícia Civil de São Paulo. Ambos são acusados de tráfico de pessoas e exploração infantil.
Entrevista
Mais cedo, a coluna Fabia Oliveira noticiou que Hytalo Santos obteve autorização judicial e vai dar entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, da Record, em breve.
Na decisão, obtida com exclusividade, o juiz Antonio Rudimacy Firmino de Sousa determina que “a referida entrevista deverá ocorrer com obediência às regras estabelecidas pela unidade penitenciária onde se encontram os detidos, com as cautelas de estilo como medida de segurança”.
No documento enviado à Justiça pela emissora, os representantes de Roberto Cabrini justificaram a importância da exibição da matéria. “Cumpre informar a importância do trabalho jornalístico na cobertura em relação ao processo criminal que tramita sobre o réu. e, nesse caso, é o que se está tentando fazer”, esclareceu.












