
Fábia OliveiraColunas

Juiz nega apreensão de passaportes de Lexa e Guimê em caso criminal
O ex-casal ganhou motivos para alívio após uma recente decisão judicial; a coluna descobriu, com exclusividade, detalhes do caso
atualizado
Compartilhar notícia

A briga entre Lexa, MC Guimê e a proprietária de uma mansão em que moraram, em São Paulo, segue sem resolução. Apesar de a história ser antiga, a coluna Fábia Oliveira descobriu que o ex-casal ganhou motivos para alívio após uma recente decisão judicial.
Esta coluna já havia contado que Márcia Pessoa da Mota, em paralelo à ação que cobra mais de R$ 5 milhões dos artistas, abriu uma queixa-crime contra ambos. No documento, ela os acusa de fraudar a execução, ou seja, ocultar bens, cachês e outros valores, tornando impossível a quitação da dívida milionária. Fato esse que é criminoso.
Ao apresentar a queixa, Marcia pediu algumas medidas cautelares que poderiam complicar a vida dos funkeiros. Mas a coluna descobriu que o juiz decidiu, no último dia 8 de maio, indeferir todas elas.
O que diz a decisão
A decisão do magistrado foi fortemente influenciada por uma manifestação do Ministério Público do Estado de São Paulo no mês de março.
Na ocasião, o Promotor de Justiça disse ser irrazoável o pedido feito por Márcia de que Lexa e Guimê fossem proibidos de acessar suas redes sociais ou streamings. Segundo o promotor, o pedido faria sentido apenas se ocorresse dentro de um processo cível, e não em um juízo penal.
Márcia também havia pedido o bloqueio dos passaportes dos cantores. A medida foi igualmente afastada pelo MPSP, uma vez que existe acórdão judicial impedindo sua aplicação.
Ao acolher a opinião do Ministério Público, o juiz pediu que uma delegacia de polícia seja oficiada para esclarecer quais providências foram adotadas desde que a acusação contra Lexa e MC Guimê foi nela formalizada. Até o momento, a queixa-crime apresentada pela proprietária da mansão não foi recebida pela Justiça, razão pela qual o ex-casal não se tornou réu.
Enquanto isso, Márcia segue buscando a execução da dívida cujas cifras apenas aumentam. E, por aqui, nós continuamos acompanhando o caso.











